Mulheres no Garimpo: Vulnerabilidades do Trabalho Feminino na Amazônia

Ref: 978-85-473-0326-6

O livro Mulheres no garimpo: vulnerabilidades do trabalho feminino na Amazônia convida você a conhecer o cotidiano de mulheres que trabalham nos garimpos de ouro na Amazônia. A obra aproximará o leitor (a) de um espaço social dominado pela presença masculina, onde mulheres são as protagonistas no cenário das relações de trabalho e gênero. Traz à tona questões pouco exploradas como a vulnerabilidade social e individual da mulher no contexto da feminização, interiorização e pauperização da epidemia de HIV/Aids na Amazônia.


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ISBN: 978-85-473-0326-6


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Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 215


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Jeanne Lúcia Gadelha Freitas.

O livro Mulheres no garimpo: vulnerabilidades do trabalho feminino na Amazônia convida você a conhecer o cotidiano de mulheres que trabalham nos garimpos de ouro na Amazônia. A obra aproximará o leitor (a) de um espaço social dominado pela presença masculina, onde mulheres são as protagonistas no cenário das relações de trabalho e gênero. Traz à tona questões pouco exploradas como a vulnerabilidade social e individual da mulher no contexto da feminização, interiorização e pauperização da epidemia de HIV/Aids na Amazônia. Para dar “visibilidade” a esta trama ainda ignorada pela sociedade, a autora reconstrói a vida das personagens por meio de suas próprias narrativas, captadas na observação participante, nas entrevistas e pela “fotografia” do cotidiano em cima das dragas e balsas. Como trabalhadoras, tecem as tramas da exploração no trabalho informal, que é o sustento de si mesmas e da família. Como amantes, sonham com um grande amor, mas assumem o risco do HIV, pautadas nas crenças e “confiança” no parceiro, afetando sua capacidade de negociar o sexo seguro. Por seu conteúdo marcante e com linguajar fiel ao mundo da garimpagem, esta leitura promete ser excelente fonte de discernimento aos que se interessam em conhecer mulheres que enfrentam o “isolado do mundo” para sobreviver. Impossível não se envolver com os relatos destas “guerreiras invisíveis”. Suas vozes reafirmam seu lugar no mundo e reivindicam ser “enxergadas” pela dignidade de seu trabalho, fonte de independência financeira e espaço de resistência dentro e fora dos limites do garimpo. Não é, portanto, do lugar de excluídas que estas mulheres desejam ser vistas socialmente enquanto mulheres e cidadãs. Seus projetos de vida estão atrelados à garimpagem e a esperanças renovadas a cada “despescada do ouro”, quando tudo pode mudar. Enquanto isso não acontece, a vida no garimpo segue seu curso...