A Ideia-Imagem: Forma e Representação na Fotografia Moderna

Ref: 978-85-473-0072-2

A ideia-imagem: forma e representação na fotografia moderna traz ao leitor discussões sobre a significação, veracidade e fluidez das imagens da era digital, em especial as da fotografia, consideradas por autores relevantes, como Soulages, Barthes, Sontag, Santaella, Flusser, Benjamin, Aumont e Couchot, entre muitos outros, como provas fidedignas de uma existência e como mediações entre homem e objeto que permitem interpretações variadas, mas unânimes em considerá-las representações do real.


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ISBN: 978-85-473-0072-2


Edição: 1


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 189


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Filipe Salles.

A ideia-imagem: forma e representação na fotografia moderna traz ao leitor discussões sobre a significação, veracidade e fluidez das imagens da era digital, em especial as da fotografia, consideradas por autores relevantes, como Soulages, Barthes, Sontag, Santaella, Flusser, Benjamin, Aumont e Couchot, entre muitos outros, como provas fidedignas de uma existência e como mediações entre homem e objeto que permitem interpretações variadas, mas unânimes em considerá-las representações do real. Nesta extensa seara de conhecimento, o autor adota uma visão platônica, e assim procura investigar aquilo que se chama de realidade e representação, levantando a questão que hoje se apresenta de forma indelével como uma afronta ao testemunho da veracidade: a manipulação da fotografia. O que antes ocorria por meios químicos, que pressupunham um trabalho artesanal e especializado, hoje está disponível a qualquer um mediante softwares amplamente disseminados. Assim, mais do que nunca é preciso rever a ideia de que a fotografia seja uma fonte fidedigna de existência, mesmo considerando um testemunho histórico. Até que ponto podemos “confiar” na fotografia como documento? Onde estaria a realidade propriamente reconhecível e confiável? Questões como essas levarão não apenas ao suporte fotográfico em si, mas à sua instância anterior – a própria ideia da fotografia, ou a fotografia como uma ideia. Neste estudo também foram analisadas as diferentes maneiras de se utilizar o suporte fotográfico, a fim de elucidar o papel das imagens fotojornalísticas, publicitárias, sociais, históricas, documentais ou mesmo amadoras e turísticas. Antes de ser vista como um fenômeno de comunicação, a intensa proliferação das imagens que o século XX registrou – e que adentrou o XXI com força descomunal –, pode ser vista como um fenômeno psíquico, dada a relação quase patológica que hoje a sociedade moderna constrói com a fotografia.