Corpo e(m) Discurso: Ressignificando a Transexualidade

Ref: 978-85-473-0934-3

Corpo e(m) discurso: ressignificando a transexualidade é um convite ao leitor para pensar sobre a constituição do discurso de sujeitos transexuais na contemporaneidade. Acessando o discurso desses sujeitos em entrevistas coletadas entre os anos de 2011 e 2014, naquilo que denomina cena discursiva, a autora reflete sobre como a língua e a ideologia são espaços significantes para se pensar sobre o assujeitamento, mas também o estabelecimento de um lugar para o sujeito na sociedade. Percorrendo um caminho de resistência, a autora chama a atenção para o percurso discursivo que se faz: parte do olhar outro, do discurso sobre o sujeito, e chega até o corpo que se constrói por meio do e no discurso.


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ISBN: 978-85-473-0934-3


ISBN Digital: 978-85-473-1539-9


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 03/05/2018


Número de páginas: 127


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Mônica Ferreira Cassana.

Corpo e(m) discurso: ressignificando a transexualidade é um convite ao leitor para pensar sobre a constituição do discurso de sujeitos transexuais na contemporaneidade. Acessando o discurso desses sujeitos em entrevistas coletadas entre os anos de 2011 e 2014, naquilo que denomina cena discursiva, a autora reflete sobre como a língua e a ideologia são espaços significantes para se pensar sobre o assujeitamento, mas também o estabelecimento de um lugar para o sujeito na sociedade. Percorrendo um caminho de resistência, a autora chama a atenção para o percurso discursivo que se faz: parte do olhar outro, do discurso sobre o sujeito, e chega até o corpo que se constrói por meio do e no discurso. É a partir do olhar para o corpo, para as cicatrizes no corpo e transformações desses sujeitos, que o leitor começa a percorrer as sinuosas tramas das palavras dos sujeitos transexuais, que tentam legitimar seus corpos, fazendo com que tenham sentido em meio à profusão de discursos que tentam determiná-los, designá-los. É por meio da reflexão sobre uma perspectiva discursiva de língua, também sinuosa, que falha à perspectiva tradicional, que a autora conduz a obra, pensando sobre os processos discursivos que estão implicados nessa forma de subjetivação. Dessa forma, o leitor é convocado a pensar como o discurso dos sujeitos está tramado a outros discursos que falam sobre ele, mas também é alertado: esse corpo resiste e se legitima, marcando-se por intermédio de novos sentidos.