Psicanalista • Pesquisadora • Corpo e Subjetividade
Psicanálise, corpo e cultura como caminhos para compreender os desafios subjetivos da contemporaneidade.
Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP, professora associada aposentada da PUC-Rio e pesquisadora com atuação interdisciplinar nas áreas de psicanálise, direitos humanos, envelhecimento, corpo e sofrimento psíquico. Coordena projetos de pesquisa e intervenção social voltados às relações entre subjetividade, cultura e vulnerabilidade social.
Psicanálise • Corpo e Cultura • Direitos Humanos • Envelhecimento • Pesquisa Interdisciplinar


Corpo para que te quero se inscreve na tradição de pesquisas e publicações que o Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e intervenção Social da PUC-Rio, LIPIS, vem desenvolvendo.
O que pode um corpo? Como decifrar suas diversas formas de expressividade? Qual a sua linguagem? Como sofrem, afinal, os nossos corpos?


Para além das mortes vividas, a pandemia que vivemos nos últimos dois anos, e que ainda nos assombra, trouxe em seu bojo novas formas de vivenciar a dor antes inimagináveis. Como Antígonas, muitos não pudemos enterrar nossos mortos. Como zubis, perdemos a dimensão de olhar um rosto sem máscara.
Este é o quarto volume de coletâneas dedicadas aos estudos do corpo, em uma perspectiva interdisciplinar, que tenho o prazer de apresentar.


Que corpo é este que anda sempre comigo? aborda a ampla discussão sobre os “discursos do corpo” na contemporaneidade.