05/08/2020

A importância do professor na vida dos alunos

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05/08/2020 - Por: Marcilene Muniz 

Atualmente, as informações têm circulado rapidamente na sociedade, graças à Tecnologia de Informação e Comunicação, a famosa TIC, fazendo com que não só os profissionais da educação, mas todos os demais profissionais se vejam frente à necessidade de constante atualização sobre o manuseio de equipamentos e recursos tecnológicos, bem como das informações e possibilidades que são fornecidas por eles.

Mas não só os adultos se encontram imersos nessa realidade, as crianças também lidam, cotidianamente, com as mídias e novas tecnologias, e o fazem muito bem! Com isso, as crianças que hoje chegam às escolas são diversas das crianças de décadas atrás, uma vez que aquelas nasceram na era digital – são as chamadas nativas digitais – e operam a tecnologia melhor que muitos adultos. Elas são fruto de uma época em que a tecnologia praticamente comanda a vida das pessoas.

Nesse sentido, em meio a toda essa tecnologia a que as crianças, seja da educação infantil ou do ensino fundamental, têm acesso, a escola acaba não sendo atrativa e envolvente, fazendo com que elas não sintam prazer em estar na escola. Por outro lado, também há aqueles alunos que não têm esse acesso, mas que, do mesmo modo, não encontra alegria em estar no ambiente escolar.

Isso exige que o professor esteja constantemente se atualizando e buscando novas formas de despertar no aluno o gosto pelo estudo e, principalmente, pela escola, entendendo-a como uma porta para um futuro melhor. Ainda que elas não vejam a escola assim, no transcorrer de sua vida escolar, cabe ao professor mostrar isso aos alunos, evidenciar as possibilidades que a aprendizagem encerra.

Indubitavelmente, é tarefa do professor despertar o interesse dos alunos em aprender cada dia mais e a fazer diferença no meio em que vivem. Para isso, o docente terá que fazer a diferença na vida dessas crianças e não ser apenas mais um professor que passou por suas vidas sem deixar marcas ou, o que é mais grave, deixando marcas desastrosas na vida de muitos meninos e meninas, sobretudo daqueles menos favorecidos. É preciso acreditar que essas crianças, mesmo tendo nascido em famílias desprivilegiadas de bens culturais e sociais, têm o direito de receber instrução digna e de qualidade – seu futuro não está determinado, sua história não será, necessariamente, igual a de seus pais, que lutam para sobreviver. Assim, creio que mesmo os alunos pobres podem alçar grandes voos, basta o professor querer e acreditar que eles são capazes de sonhar e consolidar suas conquistas.

Logo, cabe ao professor, consciente de sua função, trabalhar com o intuito de contribuir significativamente para criar as rampas que impulsionarão os alunos a expandirem seus horizontes, deixando, portanto, de serem meros expectadores das vitórias dos outros, e tornando-se protagonistas de suas próprias histórias de sucesso.

Assim, para impulsionar os alunos a gostarem de estudar os professores podem mudar a sua prática pedagógica recorrendo a novas metodologias. Nesse sentido, para conhecer uma dessas formas clique aqui


 

Sobre a autora:  Marcilene Muniz é Graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade Estadual de Goiás – Unidade Universitária de Quirinópolis (2005). Possui especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Faculdade Afirmativo (2010). Especialização em Atendimento Educacional Especializado (AEE) pela Faculdade de Educação de Tangará da Serra (2016) e Especialização em Neuroaprendizagem pela Unicesumar (2020). Mestrado em Educação pela UFMT – Câmpus de Rondonópolis (2019). É membro do Grupo de pesquisa Alfabetização e Letramento Escolar (ALFALE) que está ligado ao Núcleo de Pesquisa em Educação (NUPED) e ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFMT, Câmpus de Rondonópolis. É professora efetiva da rede municipal de ensino de Rondonópolis-MT. Atuou como voluntária no Projeto Comunidade de Aprendizagem desenvolvido na Escola Estadual Professora Sebastiana Rodrigues de Souza em parceria com a UFMT – Câmpus de Rondonópolis de 2012 a 2015. É assessora pedagógica no Departamento de Gestão de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação de Rondonópolis-MT.