09/06/2021

Movimentos e embates nos processos de estabilização da indústria de petróleo e gás natural no Brasil

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09/06/2021 -  Alexandre de Souza Costa.

Desde as primeiras campanhas exploratórias, ainda no século XIX, até o desenvolvimento dos campos do pré-sal e as condições para explorá-los, podem ser observadas as diversas disputas para controle, acesso e desenvolvimento dos combustíveis fósseis no caso brasileiro.
Nessa direção foram sucessivas as tentativas de estabilização entre quem deve ter acesso, como e por que, às jazidas petrolíferas brasileiras. Disputas ideológicas, técnicas e socioeconômicas pautaram as diversas tratativas para o desenvolvimento econômico brasileiro, iniciado ao longo do século XX e entrado como uma das questões mais importantes a serem desencadeadas pelo governo brasileiro no século XXI.
O Brasil é hoje um dos 10 maiores produtores de petróleo e gás natural. A maior parte dessa produção, atualmente, vem das jazidas do pré-sal, divulgadas amplamente pela mídia especializada e não especializada, gerando um verdadeiro frisson no que tange ao desenvolvimento econômico e social brasileiro, e a possibilidade de manter o Brasil como um dos principais atores na geopolítica da energia.
Considerando as diversas questões que envolvem a indústria de petróleo e gás natural no Brasil, poderiam ser mapeadas essas diversas disputas a partir do conhecimento teórico-metodológico no âmbito da Ciência da Informação? Nessa proposição, poderia o arcabouço do regime de informação identificar e analisar as diversas disputas e tentativas de estabilização na indústria de petróleo e gás natural no caso brasileiro?
Para saber mais sobre o tema, conheça a obra O Regime de Informação: um olhar sobre o marco regulatório da indústria de petróleo e gás natural no Brasil, de autoria de Alexandre de Souza Costa.

 

 


 

 

 

 


Alexandre de Souza Costa - Coordenador de Gerenciamento de Arquivos e Informações na BP Brasil. É professor colaborador do curso de Mestrado Profissional em Gestão de Documentos e Arquivos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 2017 e foi professor substituto na graduação em Arquivologia na mesma instituição (2017-2019). Realizou seu Doutoramento em Ciência da Informação pelo convênio UFRJ-IBICT (2016) sobre o marco regulatório da indústria de óleo e gás no Brasil e possui Mestrado em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense (2011). Tem 15 anos de experiência no setor de óleo e gás com projetos de implementação de plataformas para Gestão de Conteúdo e Gestão da Qualidade, inclusive experiência internacional. Tem experiência em Gestão do Conhecimento e Resposta à Emergência e Gestão de Crise na Indústria de óleo e Gás. Graduado em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2006). Desenvolveu atividades como professor assistente temporário da Universidade Federal Fluminense (2011-2013). Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Arquivologia. É membro da Comissão de Estudo de Gestão de Documentos Arquivísticos da Associação Brasileira de Normas Técnicas desde julho de 2014.