Formação e Profissão Docente do Campo

Ref: 978-85-473-0993-0

Formação e profissão docente do campo nasce do desassossego que interroga a prática da formação continuada, sobretudo a especialização em educação do campo e os sentidos que são produzidos pelos sujeitos em interface com o trabalho docente nas experiências da Escola Família Agrícola, da Escola do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra e da Escola Multisseriada. 


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ISBN: 978-85-473-0993-0


Edição:


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 239


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Janinha Gerke de Jesus.

Formação e profissão docente do campo nasce do desassossego que interroga a prática da formação continuada, sobretudo a especialização em educação do campo e os sentidos que são produzidos pelos sujeitos em interface com o trabalho docente nas experiências da Escola Família Agrícola, da Escola do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra e da Escola Multisseriada. O livro tem nos estudos de Vigotski (2005), Benjamin (1994) e Larrosa (2002) as contribuições que fundamentam a compreensão de sentidos e experiência, como produção subjetiva, temporal e singular que ecoam das vozes dos sujeitos. As narrativas como perspectiva metodológica da pesquisa são aqui adotadas como histórias de práticas em situação (BERTAUX, 2010) ou histórias de vida que pensam um projeto (JOSSO, 2002) e que, por assim se constituírem, têm como ponto motivador, nos diálogos, a formação e a profissão docente no campo. Trata-se de uma narrativa de vida situada a partir de um impulso que proporciona ao narrador e a seu interlocutor o adentrar em uma história que se faz em meio a pessoas, memórias, sentimentos, conflitos, práticas e todo um contexto acerca do impulso de suas experiências de vida, formação e profissão. A partir da escuta, em diálogo com as questões da pesquisa, registra-se a escrita dos sentidos produzidos, não como universais, mas como heterogêneos e simultaneamente singulares aos sujeitos. Nessa perspectiva, os sujeitos produzem diferentes sentidos na relação formação e profissionalização, amalgamados e relacionados às suas aspirações com a formação continuada e a carreira docente, imbricados nas itinerâncias dos movimentos sociais nos quais militam, bem como nas memórias e trajetórias na educação. Pensar, portanto, em processos de formação continuada de professores do campo à luz dessa discussão é abrir-se aos diferentes contornos que ela assume a partir dos sentidos produzidos pelos sujeitos, desafiando-nos à construção de projetos que dialoguem com a diversidade da educação do campo e que se coloquem como espaçostempos da reflexão do ser e/ou estar professor-monitor-educador do campo.