Natureza, Linguagem e Racionalidades: Contribuições para uma Hermenêutica Ambiental

Ref: 978-85-473-0493-5

O livro Natureza, linguagem e racionalidades: contribuições a Educação Ambiental denota uma compreensão sobre a Educação Ambiental contemporânea. Trata-se de uma desconstrução do conceito de Natureza por meio de um exercício filosófico hermenêutico que irá conduzir a investigação para uma concepção de natureza e forma de agir proposta pela ciência moderna, com o intuito de desvendar o caráter ideológico da ciência e dos múltiplos usos que carrega o conceito. Ao considerar que o homem encontra-se cada vez mais distanciado e desvinculado da natureza, observamos a crescente degradação ambiental e o agravamento dos problemas sociais resultantes. Assim, busca-se a emergência de uma mudança de olhar e da necessidade de adotarmos uma visão mais abrangente e ecológica da vida.


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ISBN: 978-85-473-0493-5


Edição:


Ano da edição: 2017


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 165


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Jacqueline Carrilho Eichenberger.

O livro Natureza, linguagem e racionalidades: contribuições a Educação Ambiental denota uma compreensão sobre a Educação Ambiental contemporânea. Trata-se de uma desconstrução do conceito de Natureza por meio de um exercício filosófico hermenêutico que irá conduzir a investigação para uma concepção de natureza e forma de agir proposta pela ciência moderna, com o intuito de desvendar o caráter ideológico da ciência e dos múltiplos usos que carrega o conceito. Ao considerar que o homem encontra-se cada vez mais distanciado e desvinculado da natureza, observamos a crescente degradação ambiental e o agravamento dos problemas sociais resultantes. Assim, busca-se a emergência de uma mudança de olhar e da necessidade de adotarmos uma visão mais abrangente e ecológica da vida.

A proposta lança-se como um desafio de inscrever uma linha condutora em si coerente com a argumentação, sem perder de vista a amplitude temática. A partir das Cinco Teses desenvolvidas, os argumentos levam-nos a refletir de que forma, no contexto de uma modernidade tardia, a Natureza responde como um conceito mediador entre o material e o simbólico, resgatando o potencial do real e o caráter emancipador do pensamento criativo, identidades culturais, sentidos existenciais, política do ser e da diferença e, principalmente, a construção de um novo paradigma de criatividade humana.

O questionamento da epistemologia e da ontologia leva-nos a concordar que a crise ambiental é, sobretudo, um problema de conhecimento. A necessidade de repensar o ser e suas vias de complexidade com uma proposta de reconstrução do mundo e de reapropriação social da natureza para além da globalização que unifica olhares. Diante do que se coloca, observa-se que recompor um mundo alienado e fragmentado, herdado dessa civilização em crise, passa a ser um grande desafio para o saber ambiental, que está para além do pensamento sistêmico e da visão do todo para reconstruir o mundo a partir da ontologia do ser.