O Parasitismo do Infinito na Psicanálise: Uma Introdução ao Problema do Fim de Análise

Ref: 978-85-473-0447-8

Na obra O parasitismo do infinito na psicanálise: uma introdução ao problema do fim de análise, o leitor encontrará elementos para uma cartografia da obra de Freud e Lacan sobre o problema do final das análises. Trata-se de um ensaio embasado na concepção de que encontramos na psicanálise uma doutrina do infinito, ratificada pelo parasitismo de um gozo irredutível ao significante, impossível de ser reduzido a zero.


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ISBN: 978-85-473-0447-8


Edição: 1


Ano da edição: 2017


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 311


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Luis Francisco Espíndola Camargo.

Na obra O parasitismo do infinito na psicanálise: uma introdução ao problema do fim de análise, o leitor encontrará elementos para uma cartografia da obra de Freud e Lacan sobre o problema do final das análises. Trata-se de um ensaio embasado na concepção de que encontramos na psicanálise uma doutrina do infinito, ratificada pelo parasitismo de um gozo irredutível ao significante, impossível de ser reduzido a zero. Diante dos limites constatados na experiência da psicanálise no final dos anos 30, momento em que Freud formula um impasse sobre os obstáculos ao tratamento, Lacan propõe a doutrina do passe. Impasse de Freud, passe de Lacan. Lacan foi quem superou o problema da análise infinita e indefinida em sua total extensão sem se desviar do núcleo radical da experiência inaugurada por Freud, formulando assim dois fins possíveis para as análises: um na perspectiva da fantasia e outro na perspectiva do sintoma. Análise finita: travessia da fantasia. Análise infinita: redução do sintoma ao sinthoma. Este livro é destinado aos interessados pela psicanálise, praticantes, analisantes, estudantes, simpatizantes, psiquiatras, psicólogos e profissionais de áreas afins. Trata-se de uma obra introdutória que contextualiza historicamente as dificuldades, os obstáculos e os limites à experiência da psicanálise no escopo da orientação freudiana e lacaniana, sobre a qual construímos nossas balizas.