Sentidos da Morte: Na Vida da Mídia

Ref: 978-85-473-0895-7

Sim, a morte é um fenômeno biológico, nem bom, nem mal. Mas não podemos esquecer que é para a morte que a vida adquire sentido e que mesmo a sobrevivência serena ou agitada do morto não resulta na manutenção da incontrolável potência polissêmica de suas identidades, seus afetos e atos. Perscrutar a morte e o morrer a partir da mídia parece-nos possibilitar ressituar um conjunto de questões que estudos clássicos têm promovido. 


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 74,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-0895-7


Edição: 1


Ano da edição: 2017


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 313


Peso: 200 gramas


Largura: 17 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Elton Antunes .

2. Paulo Bernardo Vaz .

3. Maria da Luz Correia.

4. Moisés de Lemos Martins.

Sim, a morte é um fenômeno biológico, nem bom, nem mal. Mas não podemos esquecer que é para a morte que a vida adquire sentido e que mesmo a sobrevivência serena ou agitada do morto não resulta na manutenção da incontrolável potência polissêmica de suas identidades, seus afetos e atos. Perscrutar a morte e o morrer a partir da mídia parece-nos possibilitar ressituar um conjunto de questões que estudos clássicos têm promovido. Por exemplo, em que medida o caráter público ou privado da morte poderia se resolver somente em função dos espaços familiares, hospitalares e de enterro, quando as narrativas e os discursos midiáticos atuam para visibilizar e invisibilizá-la? Além disso, o agir midiático, na sua diversidade e complexidade, traz à tona novos problemas que circulam em diversas textualidades socialmente difusas acerca de problemas como assassinatos, aspectos legais, éticos e morais do viver e do morrer, assim como do matar.

Diante desses desafios, esta obra reúne parte dos resultados da pesquisa “O fluxo e a morte”, apoiada pela Capes (Brasil) e pela FCT (Portugal), e desenvolvida por pesquisadores brasileiros do PPGCOM/UFMG e portugueses vinculados ao Centro de Estudos Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho. O projeto foi coordenado pelos professores Paulo Bernardo Ferreira Vaz (Brasil) e Moisés Lemos Martins (Portugal) e este livro tem origem nos encontros da pesquisa dos quais participaram também pesquisadores convidados.