O Jogo Político da Democracia: A Luta Simbólica no “Fim” da Ditadura Brasileira

Ref: 978-85-473-0896-4

O livro O jogo político da democracia: a luta simbólica no “fim” da ditadura brasileira analisa as disputas entre dois projetos políticos na experiência da “redemocratização” nos anos de 1980, problematizando, também, as operações de memória no presente que reivindicam o modelo liberal-conservador de democracia, vitorioso naquela historicidade e derrotado na eleição presidencial de 2002.


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ISBN: 978-85-473-0896-4


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 20/06/2018


Número de páginas: 265


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Michelly Pereira de Sousa Cordão.

O livro O jogo político da democracia: a luta simbólica no “fim” da ditadura brasileira analisa as disputas entre dois projetos políticos na experiência da “redemocratização” nos anos de 1980, problematizando, também, as operações de memória no presente que reivindicam o modelo liberal-conservador de democracia, vitorioso naquela historicidade e derrotado na eleição presidencial de 2002. Para enfrentar o conceito de democracia, pensada como uma construção social e histórica, a autora discutiu a guerra simbólica que envolveu, de um lado, o projeto conservador-liberal articulado pelos grupos de poder e, de outro, propostas de uma “nova esquerda” aglutinadas em torno do recém-criado Partido dos Trabalhadores, cujas pautas “radicais” foram expurgadas e criminalizadas da cena política pela imprensa liberal, a mesma que alardeou e legitimou a “transição negociada”. Sem personalizar o processo, a pesquisadora conferiu maior espaço de discussão a Tancredo Neves, por entender que ele representou, nos anos de 1980, uma concepção de democracia aceitável pelas elites políticas e econômicas brasileiras, embora tenha estabelecido jogos de colaboração com a ditadura, na medida em que aderiu ao seu projeto de “abertura política”, “sem revanchismos”. Para a autora, o projeto conservador de “redemocratização”, com sua ausência de rupturas, legou à sociedade brasileira um conceito de democracia que defende o Estado Democrático de Direito e, contraditoriamente, odeia a democratização social.