Pedagogias da Cidade: Corpos e Movimento

Ref: 978-85-473-0859-9

Você terá contato, nesta obra, com o registro de uma experiência com o corpo implicado: a implementação do Orçamento Participativo em Suzano/SP, a cidade das flores, no período compreendido entre 2005 e 2008 e alguns desdobramentos. Desde o primeiro momento na coordenação desse projeto, uma pergunta nos desafiava: para além das obras físicas, o que fica para a cidade com essa política? Ou, então, a que conduz o Orçamento Participativo?


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ISBN: 978-85-473-0859-9


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 28/06/2018


Número de páginas: 185


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Ivan Rubens Dário Jr.

2. Romualdo Dias.

Você terá contato, nesta obra, com o registro de uma experiência com o corpo implicado: a implementação do Orçamento Participativo em Suzano/SP, a cidade das flores, no período compreendido entre 2005 e 2008 e alguns desdobramentos. Desde o primeiro momento na coordenação desse projeto, uma pergunta nos desafiava: para além das obras físicas, o que fica para a cidade com essa política? Ou, então, a que conduz o Orçamento Participativo? Uma experiência coletiva, inédita, promotora de movimentos, de trânsitos sobre o chão da cidade física e trânsitos em territórios existenciais, tudo isso inevitavelmente provoca marcas. Apresentamos algumas dessas marcas no corpo da cidade, no Corpo e na cidade. No primeiro capítulo, você encontrará os aspectos mais empíricos, corpos em movimento na cidade. No segundo capítulo, três fios retirados do novelo, três eixos pulsantes de todo o trabalho, Estado, cidade e sujeito (outros), linhas em tecitura. E a tecelagem aparece no terceiro capítulo: a vida veste sua roupa nova. Estado agora é de poesia, cidades são visíveis, sujeitos provam outras vestimentas e uma articulação entre elas. Educação compreendida como a mútua implicação: processo educacional e produção de subjetividade.

 Registramos uma experiência de cidade atravessada pela produção de subjetividade. Você terá contato com um texto polifônico a partir de uma política narrativa articulada a outras políticas: política orçamentária, política de pesquisa, política de subjetividade, política de cidade. Falamos de uma política com sentido ampliado, para além das práticas relativas ao Estado. Falamos de uma política que coloca em relação os sujeitos, que dispara movimentos, que provoca encontros. Uma política compreendida como a multiplicação dos possíveis, que se faz em arranjos locais, microrrelações, conversas, cirandas e outras, nessa dimensão micropolítica das relações. Uma tecitura relacional instituinte na relação com o instituído. Cartografando uma multiplicidade de linhas e vozes. Linhas em tecitura, vozes em tessitura.