Ética e Liberdade em Sartre: Da Negação da Infância ao Homem Infantilizado

Ref: 978-85-473-1599-3

Ética e liberdade em Sartre: da negação da infância ao homem infantilizado não pode ser meramente contado dentre os livros de ética sobre Sartre; mais adequado tê-lo como um exercício de ética, que desafia seu leitor a pensar para além dos modelos morais tradicionais. Longe do trabalho de inserir a possível ética sartriana em algum nicho da disciplina Ética Geral e, com esse intuito, dividir o pensamento do filósofo (jovem Sartre, ou Sartre maduro) e mantê-lo restrito a seu tempo, este livro esforça-se por atualizar os questionamentos éticos sartrianos.


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ISBN: 978-85-473-1599-3


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 24/07/2018


Número de páginas: 303


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Luciano Donizetti da Silva.

Ética e liberdade em Sartre: da negação da infância ao homem infantilizado não pode ser meramente contado dentre os livros de ética sobre Sartre; mais adequado tê-lo como um exercício de ética, que desafia seu leitor a pensar para além dos modelos morais tradicionais. Longe do trabalho de inserir a possível ética sartriana em algum nicho da disciplina Ética Geral e, com esse intuito, dividir o pensamento do filósofo (jovem Sartre, ou Sartre maduro) e mantê-lo restrito a seu tempo, este livro esforça-se por atualizar os questionamentos éticos sartrianos. O autor parte de uma pergunta simples, coloquial até: pode-se acreditar em Sartre e afirmar que o homem é livre? Se sim, por que homens e mulheres, e, sobretudo, crianças, sofrem a falta da liberdade? Se não, por que esse tema ressurge, insistentemente, ao longo de toda a História humana? A partir dessa problemática, o autor liberta-se – e convida seu leitor a fazer o mesmo – de todas as amarras que, por exemplo, distinguem no universo de Sartre o que seja Filosofia, ou Literatura, ou Teatro, ou intervenções políticas. Partindo do pressuposto de que a totalidade dos escritos do filósofo aponta para a liberdade, este livro revela que o pensamento ocidental – em sua ânsia pela verdade – nega a liberdade desde a infância e, na contrapartida, cria a figura do adulto infantilizado; assim, tem-se uma odisseia da liberdade, que vai dos textos de juventude até os últimos trabalhos de Sartre, sem qualquer preocupação com as fragmentações cronológicas ou com os diques levantados para separar o livre pensamento, seja de Sartre, seja do autor do livro, seja do leitor. De modo incisivo e desafiador, o autor lança questões à Pedagogia, à Psicologia, à Sociologia, à História etc. ao imprimir, conforme atesta o professor Franklin Leopoldo e Silva (Prefácio), certa cor local em seu trabalho. Um livro sério e apaixonado ao mesmo tempo, como não poderia deixar de ser para quem de fato pretende-se livre; livro que, por uma daquelas idiossincrasias históricas, faz-se mais atual do que nunca.