Educação Médica e Políticas Curriculares

Ref: 978-85-473-1311-1

Educação Médica e Políticas Curriculares é uma obra esclarecedora, que foi desenvolvida no intuito de demonstrar dialogicamente as nuances, comunicações e disparidades entre as Políticas Curriculares de dois países, de forma comparada, com recorte em um curso de Medicina no Brasil e outro em Portugal. Este livro busca a relação entre esses objetos de análise, a facilidade de acesso aos projetos pedagógicos dos cursos de Medicina, a aproximação pedagógica nas matrizes curriculares e o caráter comparativo que une e separa esses países que estão ligados intimamente pela História.


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ISBN: 978-85-473-1311-1


ISBN Digital: 978-85-473-2054-6


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 30/08/2018


Número de páginas: 257


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Antonio da Silva Menezes Júnior.

Educação Médica e Políticas Curriculares é uma obra esclarecedora, que foi desenvolvida no intuito de demonstrar dialogicamente as nuances, comunicações e disparidades entre as Políticas Curriculares de dois países, de forma comparada, com recorte em um curso de Medicina no Brasil e outro em Portugal. Este livro busca a relação entre esses objetos de análise, a facilidade de acesso aos projetos pedagógicos dos cursos de Medicina, a aproximação pedagógica nas matrizes curriculares e o caráter comparativo que une e separa esses países que estão ligados intimamente pela História. Desse interesse, surge a análise das práticas de organização curricular vigentes nas duas instituições, tendo em vista as políticas curriculares de cada país. Assim, sob o ponto de vista cronológico, o enfoque adotado está circunscrito no momento presente, com uma apurada apreciação de novos e atualizados saberes, embora tenham sido utilizados dados históricos para a compreensão geral. De leitura fácil e impactante, esta obra nos leva a compreender o nível de distanciamento e proximidades que a formação médica brasileira possui em relação à de Portugal e vice-versa, considerando que o autor conviveu e convive, visceralmente, com tais realidades que busca e consegue com êxito demonstrar. Filosoficamente, fundamenta-se na teoria habermasiana do agir comunicativo, suas concepções sobre a Modernidade na ótica do mundo sistêmico, inscrevendo-se, portanto, na utilização da razão instrumental, razão comunicativa manipuladora e comunicativa dialógica. Ver-se-á que tais aproximações perseveram na matriz curricular com o ensino-aprendizagem centrado no aluno e no perfil do egresso, sendo os maiores distanciamentos evidenciados na proposta de inserção social, preconizada pela instituição observada no Brasil, e no pressuposto da pesquisa e internacionalização da instituição portuguesa. À medida que as análises são feitas, o leitor tomará parte em uma discussão que tem por objetivo apontar a necessidade de solidificação dos projetos pedagógicos atuais e o ensejo da adoção de uma escola reflexiva com propostas reais, no sentido de vislumbrar a possibilidade de transformações sociais na realidade concreta.