Nem Trabalha Nem Estuda?: Desigualdade de Gênero e Raça na Trajetória das Jovens da Periferia de Brasília

Ref: 978-85-473-1996-0

Nem trabalha nem estuda? joga luzes sobre os caminhos das jovens que estão fora da educação formal e do mercado de trabalho. O livro faz isso a partir das percepções compartilhadas com mulheres de 18 a 29 anos das cidades de Ceilândia, Estrutural e Planaltina, na periferia do Distrito Federal. Elas ajudaram a pesquisadora a desvendar o que está por trás do fato de representarem a maior parte do grupo chamado “jovens nem-nem”.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 46,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 21,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-1996-0


ISBN Digital: 978-85-473-1996-0


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 27/09/2018


Número de páginas: 139


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Ismalia Afonso.

Nem trabalha nem estuda? joga luzes sobre os caminhos das jovens que estão fora da educação formal e do mercado de trabalho. O livro faz isso a partir das percepções compartilhadas com mulheres de 18 a 29 anos das cidades de Ceilândia, Estrutural e Planaltina, na periferia do Distrito Federal. Elas ajudaram a pesquisadora a desvendar o que está por trás do fato de representarem a maior parte do grupo chamado “jovens nem-nem”.

Interessada no tema que tem mobilizado cientistas sociais de todo o mundo, Ismália Afonso optou por ir além da frieza dos números. Foi ouvir o que as próprias jovens tinham (e têm) a falar de sua realidade. Nesse sentido, a publicação arrisca-se a duas ousadias. A primeira é aproximar os temas de gênero, raça e juventude. A segunda está em reconhecer as vozes das mulheres jovens periféricas como recurso mais potente para compreensão desse fenômeno.

O livro coloca em xeque o conceito "nem-nem”, que vem sendo amplamente utilizado para se referir a essa parcela da juventude. Forjado a partir de um referencial androcêntrico, que reconhece valor apenas em atividades remuneradas, realizadas primordialmente por homens, o termo contribui para a invisibilidade do trabalho feminino. E mais do que isso, reforça as políticas como estão colocadas hoje, que exploram economicamente o trabalho dessas mulheres na medida que negam o apoio que deveriam garantir para o cuidado de crianças, adultos e idosos.