A Captura da Educação Pelo Capital: Movimento Social de Professores e Intelectuais Orgânicos Em Ação

Ref: 978-85-473-1520-7

Durante o regime militar, os atores dos movimentos sociais despertaram a consciência de classe, o espírito de solidariedade e definiram as estratégias de luta para romper os limites impostos pelo modelo da sociedade vigente. Já no processo de redemocratização do Brasil (1980-1990), os movimentos sociais de educadores fortaleceram-se e criticaram o rumo que tomava a educação. 


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ISBN: 978-85-473-1520-7


ISBN Digital: 978-85-473-1521-4


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 27/09/2018


Número de páginas: 159


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Rubson Marques Rodrigues.

2. Iria Brzezinski.

Durante o regime militar, os atores dos movimentos sociais despertaram a consciência de classe, o espírito de solidariedade e definiram as estratégias de luta para romper os limites impostos pelo modelo da sociedade vigente.

Já no processo de redemocratização do Brasil (1980-1990), os movimentos sociais de educadores fortaleceram-se e criticaram o rumo que tomava a educação. Apresentaram propostas comprometidas com a superação da desigualdade social e da baixa qualidade educacional, recrudescidas pelo processo de refuncionalização do Estado.

Nada mais justo que em 2003, com a eleição presidencial de um líder do movimento sindical, os movimentos sociais de professores fossem movidos pela esperança de que o Brasil avançaria na conquista de direitos culturais, políticos e sociais, principalmente na educação. Afinal, ele é “um dos nossos”. Aconteceu, porém, que a feição de governo popular reverberou e o governo tornou-se o opositor invisível para os movimentos sociais. E mais: é possível que tal feito tenha transformado uma parcela dos movimentos em seu contrário – teria se tornado conservadora? 

Em A captura da educação pelo capital: movimento social de professores e intelectuais orgânicos em ação você compreenderá, de um lado, as ações, tendências, posições e estratégias ocorridas no interior dos movimentos sociais no seu embate com o governo e suas repercussões nas políticas da educação pública brasileira. De outro, a capacidade de o governo utilizar as categorias cooptação, atração e intimismo à sombra do poder como instrumentos poderosos de sedução de líderes da classe popular, e a sua respectiva transformação em intelectuais orgânicos funcionais ao sistema, com a missão de elaborar políticas públicas educacionais e dispor a sua intelectualidade e o seu reconhecimento pelos movimentos sociais na defesa dos interesses do governo.