Juventude e Engajamento Social: O Movimento de um Programa Socioeducativo

Ref: 978-85-473-1369-2

O livro Juventude e engajamento social: o movimento de um programa socioeducativo é uma discussão sobre o movimento que o Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem –, de caráter socioeducativo, produziu na vida dos egressos ludovicenses, elegendo como campo de análise a Dimensão Ação Comunitária, uma das três dimensões  que compõem e estruturam o programa.


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ISBN: 978-85-473-1369-2


ISBN Digital: 978-85-473-1370-8


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 15/10/2018


Número de páginas: 187


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Edinólia Portela Gondim.

O livro Juventude e engajamento social: o movimento de um programa socioeducativo é uma discussão sobre o movimento que o Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Projovem –, de caráter socioeducativo, produziu na vida dos egressos ludovicenses, elegendo como campo de análise a Dimensão Ação Comunitária, uma das três dimensões  que compõem e estruturam o programa. O estudo aporta várias contribuições, conferindo destaque especial às duas mais importantes para quem se interessa pelo tema. A primeira consiste na opção metodológica escolhida para avaliar o programa, a qual agrega um conjunto de reflexões metodológicas, desde os objetivos e finalidades da política até os seus beneficiários em seus contextos de vida, características peculiares, sonhos, perspectivas etc. A segunda alternativa insere as manifestações culturais no âmbito do “ser cidadão”, revelando que os jovens egressos pesquisados inscrevem-se no âmbito das manifestações culturais de São Luís por meio do movimento que o programa produziu em suas vidas.

A obra  serve de subsídios teóricos e metodológicos a  pesquisadores que empreitam trabalhos com elevado número de sujeitos, com a utilização de  grupos focais e estudo comparativo. Mas, sobretudo, almeja alcançar notadamente educadores, profissionais ou pessoas que participam da tensa negação do reconhecimento não somente de jovens  pobres, mas, especialmente, dos excluídos, como negros, mulheres e homens trabalhadores empobrecidos, como sujeitos de direito. Sujeitos não só do direito à escola, à educação, ao conhecimento, à cultura, mas da negação mais radical do reconhecimento como humano. Além disso, este livro diferencia-se pela leveza utilizada na apropriação das falas dos jovens/sujeitos que embalados pelo desejo de “ser mais” desconstroem o pesado academicismo inerente às avaliações de políticas.