O Subalterno Pode Falar: Uso de Fontes Primárias no Resgate da História das Práticas Escolares

Ref: 978-85-473-1758-4

O subalterno pode falar: uso de fontes primárias no resgate da história das práticas escolares, de Mariza da Gama Leite de Oliveira, propõe-se a reconstituir a história de uma instituição de ensino primário e de assistência a segmentos pobres da sociedade denominados “desvalidos da sorte”, no ambiente reformador da década de 1930, na capital federal.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 55,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 24,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-1758-4


ISBN Digital: 978-85-473-1758-4


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 07/11/2018


Número de páginas: 245


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Mariza da Gama Leite de Oliveira.

O subalterno pode falar: uso de fontes primárias no resgate da história das práticas escolares, de Mariza da Gama Leite de Oliveira, propõe-se a reconstituir a história de uma instituição de ensino primário e de assistência a segmentos pobres da sociedade denominados “desvalidos da sorte”, no ambiente reformador da década de 1930, na capital federal. A renovação da História Política e a abordagem dos Estudos Subalternos viabilizaram reflexões sobre as práticas e os projetos pedagógicos desenvolvidos na instituição, além da agência e resistência dos seus protagonistas. A pesquisa documental empregada utilizou como principais fontes: jornais, relatórios, documentos do centro de memória da escola e fascículos da revista A Escola Primária, em que emergem os principais debates e embates acerca da Instrução Pública Primária nas primeiras décadas do século XX, sob a direção dos inspetores escolares. Assim, fatores previamente não observados foram revelados com o auxílio da observação microscópica, sendo possível restaurar personagens e processos por meio de indícios, conjecturas e efeitos. A obra leva-nos a romper o silêncio da história dos considerados “subalternos”, pois mostra que a educação é uma prática social e histórica permeada de valores, crenças e ideias; e, para dar “voz” a esses sujeitos, a reconstrução de sua história deve dispor de fontes não convencionais ou negligenciadas, como documentos considerados “lixo histórico”, a memória popular e o discurso oral, consistindo no desenvolvimento de uma história alternativa ao discurso oficial. Aos pesquisadores de História da Educação que se sentem atraídos pelos documentos antigos, que esta obra seja uma modesta contribuição que aponte caminhos no tratamento das fontes primárias, da análise documental e do uso da história oral, visando ao resgate da história das práticas escolares ou de práticas sociais que tragam à tona a voz dos “esquecidos da história”.