O Videoclipe na Era Pós-Televisiva: Questões de Gênero e Categorias Musicais Nas Obras de Daniel Peixoto e Johnny Hooker

Ref: 978-85-473-1630-3

O videoclipe na era pós-televisiva é um livro que aborda as transformações do que é chamado videoclipe em tempos de Youtube, Facebook e aplicativos de consumo de música em streaming.  Se antes o consumo de videoclipes seguia o modelo da grade televisiva assentado pela MTV, hoje o acesso a esses produtos acontece de acordo com as conveniências da fruidora ou seguindo as recomendações e os encadeamentos das múltiplas telas que compõem as mediações dos audiovisuais na comunicação contemporânea.


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ISBN: 978-85-473-1630-3


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 16/11/2018


Número de páginas: 69


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. João André Alcantara.

2. Jeder Janotti Jr.

O videoclipe na era pós-televisiva é um livro que aborda as transformações do que é chamado videoclipe em tempos de Youtube, Facebook e aplicativos de consumo de música em streaming.  Se antes o consumo de videoclipes seguia o modelo da grade televisiva assentado pela MTV, hoje o acesso a esses produtos acontece de acordo com as conveniências da fruidora ou seguindo as recomendações e os encadeamentos das múltiplas telas que compõem as mediações dos audiovisuais na comunicação contemporânea. É em meio a esse cenário que os autores procuram mostrar que mesmo reconhecendo a importância dos gêneros musicais, artistas como Daniel Peixoto e Johnny Hooker buscam construir suas assinaturas autorais articulando gênero e gêneros musicais por meio de performances sônico-imagéticas, que ratificam a importância de se pensar a música em rede por intermédio das sonoridades, das imagens, das biografias, das críticas e das performances das masculinidades na música. Antes de ver na multiplicidade a implosão do antigo modelo de produção, circulação e consumo de videoclipes, o que Jeder Janotti Junior e João André Alcantara apontam é a necessidade de amplificar o que é denominado videoclipe, observando como o consumo musical está cada vez mais estendido, saindo das amarras que valorizavam o tradicional modelo oriundo das grandes gravadoras ou o papel da produção audiovisual no mundo da música. Tal como aconteceu com as questões de gênero, este livro reitera, ao mesmo tempo, a permanência das categorizações musicais no universo dos videoclipes e sua transformação em uma multiplicidade de acionamentos que permitem diferentes escritas de si nos audiovisuais musicais contemporâneos.