A Máquina de Acelerar o Tempo: Conversas Sobre Fotojornalismo Contemporâneo

Ref: 978-85-473-0112-5

O livro A máquina de acelerar o tempo: conversas sobre o fotojornalismo contemporâneo é leitura essencial para fotojornalistas, jornalistas, fotógrafos, estudantes de comunicação e aqueles dedicados em arvorar o fino véu envolvedor da reportagem fotográfica. A reflexão apresentada por Alan Marques tem o apoio na sua experiência de mais de duas décadas como fotojornalista e na pesquisa feita para mestrado em Comunicação na UnB.


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ISBN: 978-85-473-0112-5


ISBN Digital: 978-85-473-2060-7


Edição: 1


Ano da edição: 2016


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 317


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Alan Marques.

O livro A máquina de acelerar o tempo: conversas sobre o fotojornalismo contemporâneo é leitura essencial para fotojornalistas, jornalistas, fotógrafos, estudantes de comunicação e aqueles dedicados em arvorar o fino véu envolvedor da reportagem fotográfica. A reflexão apresentada por Alan Marques tem o apoio na sua experiência de mais de duas décadas como fotojornalista e na pesquisa feita para mestrado em Comunicação na UnB.

A questão tratada nesta obra está na inter-relação de meios com a procura das convergências e dos conflitos do conceito do Instante Decisivo inserido no fotojornalismo, feito anteriormente com película fotográfica e agora na fixação do visível com o digital. A publicação apresenta análise do ser-fotojornalista, a modulação desse sujeito e a racionalização da captura do mundo pela fotografia noticiosa. O desenho deste livro se forma aos poucos, na premissa do livro Images à la Sauvette (1952), de Henri Cartier-Bresson (1908-2004) e a influência do pensamento desse fotógrafo nas definições basilares do pensar e do fazer da reportagem visual.

A pergunta feita no estudo parte da expectação de um momento síntese definido por Cartier-Bresson e prossegue na pesquisa se esse conceito ecoaria na modulação do fotojornalista, armado com máquina fotográfica digital, em ação na captura do visível.  Levou-se em consideração a arquitetura do ambiente atual, em que a internet e as inúmeras ferramentas digitais que envolvem a fotografia configuram toda a forma de comunicação e de mediação de fatos noticiosos. Esse escavar do solo epistemológico do fotojornalismo atual é a tentativa de entender os sentidos despertos e os campos problemáticos oriundos tanto da película fotográfica quanto da fotografia digital.

A obra é enriquecida com os pensamentos e as ponderações, na forma de entrevista, dos jornalistas Orlando Brito, Evandro Teixeira, Rogério Reis, Wilton Júnior, Diego Padgurshi, Domingos Peixoto, Lula Marques, Sérgio Marques, Ana Nascimento, Tarso Sarraf, André Coelho, Jorge Willian, André Dusek, Ed Ferreira, Juca Varella, Fábio Pozzebom, Dida Sampaio, Monique Renne, Sérgio Amaral e Beto Barata, sobre a reportagem fotográfica. São considerações, raciocínios, posicionamentos e observações forjadas em seis décadas de jornalismos por vinte dos mais influentes repórteres-fotográficos brasileiros.