Insurgência e Descolonialização Analética da América Latina

Ref: 978-85-473-2296-0

As provocações de Insurgência e descolonialização analética da América Latina não sucumbem diante de relações marcadas pela colonialidade. Pelo contrário, descerra-se um horizonte de “coisas novas”, pois, no solo sagrado e concreto da Ameríndia, de tantas resistências, insurgem-se contraposições, movimentos contra-hegemônicos críticos e utópicos atados a um processo latino-americano de uma cepa originária de pensamento e práxis libertárias.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 62,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 22,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-85-473-2296-0


ISBN Digital: 978-85-473-2500-8


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 19/11/2018


Número de páginas: 189


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Roberto De Paula.

As provocações de Insurgência e descolonialização analética da América Latina não sucumbem diante de relações marcadas pela colonialidade. Pelo contrário, descerra-se um horizonte de “coisas novas”, pois, no solo sagrado e concreto da Ameríndia, de tantas resistências, insurgem-se contraposições, movimentos contra-hegemônicos críticos e utópicos atados a um processo latino-americano de uma cepa originária de pensamento e práxis libertárias. A insurgência combate, entre outras tantas camadas da colonialidade, a dominação dos saberes, e coloca-se na “linha de frente” do enfrentamento epistemológico imantada pela criatividade inesgotável dos povos da América Latina. A produção de um pensamento crítico-propositivo insurgente passa pela crítica ao irracionalismo do sistema e às profundas causas da vitimação dos povos colonizados, em processo dialético de libertação. A concretização de outra práxis, que reconheça o Outro a partir de sua presentação, materializa-se na negação da superioridade eurocêntrica e afirmação de uma nova eticidade, a saber, numa Ética da Libertação fundada na criticidade. Trata-se, então, de desconstruir efetivamente a dominação imposta e reconstruir, a partir da descoberta de vítimas, agora como protagonistas da transformação.