Mulheres e Justiça: Teorias da Justiça da Antiguidade ao Século XX Sob a Perspectiva Crítica de Gênero

Ref: 978-85-473-2429-2

O livro Mulheres e Justiça: teorias da justiça da Antiguidade ao século XX sob a perspectiva crítica de gênero investiga a relação existente entre o discurso filosófico sobre justiça e a construção da igualdade de gênero, considerando que as teorias da justiça, ao longo da história, têm servido para legitimar e perpetuar desigualdades de gênero, ao mesmo tempo que se constituem em um campo adequado para o florescimento de um discurso capaz de criticar, desestabilizar e alterar tais desigualdades, a partir do potencial emancipatório de sua força crítica.


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ISBN: 978-85-473-2429-2


ISBN Digital: 978-85-473-2616-6


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 20/11/2018


Número de páginas: 227


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Joice Graciele Nielsson.

O livro Mulheres e Justiça: teorias da justiça da Antiguidade ao século XX sob a perspectiva crítica de gênero investiga a relação existente entre o discurso filosófico sobre justiça e a construção da igualdade de gênero, considerando que as teorias da justiça, ao longo da história, têm servido para legitimar e perpetuar desigualdades de gênero, ao mesmo tempo que se constituem em um campo adequado para o florescimento de um discurso capaz de criticar, desestabilizar e alterar tais desigualdades, a partir do potencial emancipatório de sua força crítica. Com esse objetivo, revisita os principais teóricos da justiça da Antiguidade até o século XX, investigando de que modo os discursos jusfilosóficos sobre as mulheres transformaram-se em discursos de mulheres acerca do que seria uma sociedade justa, sob a perspectiva crítica de gênero. A partir dessa análise, examina a constituição das diversas correntes teóricas feministas que se propuseram a enfrentar tal questionamento, suas convergências e seus enfrentamentos teóricos/práticos, demonstrando assim a ascensão do pensamento feminista como um referencial crítico e emancipatório, e ao mesmo tempo evidenciando as fragilidades e os paradoxos dos feminismos do final do século XX. A autora realiza, assim, um mergulho na história da filosofia do direito e da justiça, traçando um panorama cuja leitura mostra-se indispensável para aquelas e aqueles que desejam refletir acerca da constituição da desigualdade de gênero e, a partir de então, auxiliar na compreensão e constituição de um referencial jurídico, filosófico e político capaz de superar o déficit de empoderamento feminino e o cenário persistente de dominação e exclusão de mulheres e demais sujeitos genderificados do espectro da justiça, recuperando o potencial crítico e emancipatório da filosofia feminista para o século XXI.