Vamos Jogar? Jogo, Princípios e Possibilidades Para o Ensino de Matemática

Ref: 978-85-473-2262-5

A ideia de jogo passatempo, que proporciona prazer e diversão aos alunos é comumente a justificativa para seu uso, como se esses elementos fossem praticamente naturais. Jogar para se divertir é importante, mas não justifica o trabalho escolar, até porque nesse ambiente isso nem sempre é verdade. Jogar implica perder, frustar-se, errar, desistir, e esses sentimentos não são sinônimos de prazer.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 62,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-2262-5


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 21/11/2018


Número de páginas: 197


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Luciana Figueiredo Lacanallo Arrais.

A ideia de jogo passatempo, que proporciona prazer e diversão aos alunos é comumente a justificativa para seu uso, como se esses elementos fossem praticamente naturais. Jogar para se divertir é importante, mas não justifica o trabalho escolar, até porque nesse ambiente isso nem sempre é verdade. Jogar implica perder, frustar-se, errar, desistir, e esses sentimentos não são sinônimos de prazer. A ideia de jogo aqui defendida é de promotor de aprendizagem de conceitos matemáticos e desenvolvimento do pensamento teórico, como uma atividade prática transformadora e intencional, e não apenas mero passatempo.

Buscar refletir sobre alternativas didáticas para uma ação pedagógica sistematizada e intencional na escola é essencial quando se objetiva promover a apropriação de conceitos científicos. Incorporar o lúdico ao aprender e ao ensinar, com vistas a alcançar o desenvolvimento psíquico, é um desafio a todos os educadores. Mas não é o jogo somente pela sua característica lúdica que assegura essa aprendizagem.  É preciso que esse lúdico mobilize o interesse e o desejo de jogar. A ação lúdica e os seus 0efeitos sobre a aprendizagem e o desenvolvimento são algo que precisa ser planejado e intencional.

Não se quer neste livro defender o jogo como uma panaceia, o remédio que pode “curar” os males que atingem o ensino de matemática. A proposta é de que, partindo dessas considerações sobre o jogo, possa-se ampliar a análise para outros recursos didáticos que auxiliem na organização educativa de modo geral.