Indústria Cultural e Reflexão

Ref: 978-85-473-2790-3

Indústria cultural e reflexão apresenta um estudo sobre as contradições da indústria cultural e procura ilustrá-las por meio de uma análise dos estudos sobre a indústria cultural no Brasil e de projetos de resgate do samba de raiz e arte popular que se considerariam resistentes a ela.


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ISBN: 978-85-473-2790-3


ISBN Digital: 978-85-473-2791-0


Edição: 1


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 13/02/2019


Número de páginas: 255


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Manuela Monti.

Indústria cultural e reflexão apresenta um estudo sobre as contradições da indústria cultural e procura ilustrá-las por meio de uma análise dos estudos sobre a indústria cultural no Brasil e de projetos de resgate do samba de raiz e arte popular que se considerariam resistentes a ela. Norteada pelos textos dos autores da Teoria Crítica, a obra propõe-se a resgatar a dialética do conceito, mostrando que, ao contrário do que comumente é compreendido a respeito do estudo sobre a indústria cultural, ela também possui as suas contradições, não podendo ser reduzida a definições que se estabelecem em blocos opostos, como apocalíptica ou como integradora. Se, por um lado, pode ser verdadeira a consideração da indústria cultural como apocalíptica, em virtude de seu caráter totalitário e como mediação primordial para a manutenção da ordem injusta, também, por outro, não menos o é a concepção de que ela carrega em si mesma os antídotos dessa totalidade na medida em que justamente os nega. Fruto da dialética do esclarecimento, a indústria cultural, como a expressão da barbárie e enquanto espírito objetivo, relembraria a natureza de dominação presente na contradição desse espírito e, por isso também, a verdadeira humanidade pendente, apresentando ainda resistências. Dialética essa que, como se mostrará, não se atém somente aos países onde o conceito de indústria cultural foi criado, ou no velho continente, mas está presente inclusive naqueles que, sob a égide do atraso – como querem os que defendem uma espécie de puerilidade – estabeleceria uma possível autonomia a esse sistema; no samba e até mesmo na defesa pela arte popular.