A Coroa e a Esfera: Cosmografia e Poder em Portugal do Século XVI

Ref: 978-85-473-2680-7

Conhecemos de algum modo a história do tempo em que os portugueses abriram velas aos mares nunca antes navegados e desvelaram novas regiões e novos céus, povos, fauna e flora. O episódio do chamado “Descobrimento” do Brasil e sua posterior colonização foram parte dessa história. Também sabemos que os portugueses construíram um vasto império marítimo-comercial de proporções globais, fixando fortalezas, constituindo entrepostos comercias, tornando-se uma potência militar e econômica entre os séculos XV e XVI.


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ISBN: 978-85-473-2680-7


ISBN Digital: 978-85-473-2681-4


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 15/03/2019


Número de páginas: 138


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Geraldo Barbosa Neto.

Conhecemos de algum modo a história do tempo em que os portugueses abriram velas aos mares nunca antes navegados e desvelaram novas regiões e novos céus, povos, fauna e flora. O episódio do chamado “Descobrimento” do Brasil e sua posterior colonização foram parte dessa história. Também sabemos que os portugueses construíram um vasto império marítimo-comercial de proporções globais, fixando fortalezas, constituindo entrepostos comercias, tornando-se uma potência militar e econômica entre os séculos XV e XVI.
Entretanto poucos conhecem que essa história também foi escrita com instrumentos astronômicos empregados para captar informações sobre a posição dos corpos celestes. Poucos conhecem que as navegações, os descobrimentos e as colonizações levadas a cabo pelos portugueses contaram com o suporte de sofisticados cálculos matemáticos. Também poucos conhecem que a presença portuguesa nas orlas da África, da América e da Ásia teve como subsídio milenares estudos sobre o curso dos astros. A coroa e a esfera: cosmografia e poder em Portugal do século XVI nos desvela esse aspecto ainda pouco explorado do império marítimo dos portugueses. Sua leitura nos conduz por uma trama na qual D. João III – rei de Portugal no século XVI – e seu cosmógrafo Pedro Nunes protagonizaram uma poderosa aliança entre uma ciência substancialmente cultivada na época (a Cosmographia) e o centro de um poder imperial cujos tentáculos alcançavam os confins do mundo conhecido.