A Poética de Desver de Manoel de Barros

Ref: 978-85-473-0082-1

Para desver o mundo é necessário que os desvios e as destruições que se criam no horizonte dos acontecimentos tenham a força dos vulcões. Irrupções, explosões da sutileza. Pensamento - potência de ser - potência de pensar.


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ISBN: 978-85-473-0082-1


Edição: 1


Ano da edição: 2016


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 126


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Aline Rodrigues.

Para desver o mundo é necessário que os desvios e as destruições que se criam no horizonte dos acontecimentos tenham a força dos vulcões. Irrupções, explosões da sutileza. Pensamento - potência de ser - potência de pensar. É preciso também dar contorno aos afetos, desclassificando-os. Ouvir o que no silêncio é música. Através do exercício sensível sobre o objeto poético, descobrimos o outro íntimo que nos habita, nós leitores, inconclusos órfãos do grande sentido final, mas plenos de sentidos enlouquecidos no imenso agora, aptos para a escritura-leitura do mundo. Manoel de Barros era sabedor dos sentidos enlouquecidos e dos silêncios imantados na palavra poética. Nada como um percurso criança por sua obra para que recobremos a força política e selvagem que nos espreita – nós, leitores.