Senhoritas do Século XXI: Leituras e Narrativas sobre Mulheres “Sós”

Ref: 978-85-473-2505-3

O que é e como vive uma mulher “só”? O que os modos de vida disponíveis na atualidade, em particular nas grandes cidades, têm a nos dizer sobre a vida social e a cultura? Senhoritas do século XXI pretende dar a essas perguntas o lugar que elas merecem na literatura acadêmica. Nele, a autora concentra-se em três dimensões da produção discursiva sobre mulheres “sós”: textos das ciências sociais, da mídia e percepções de mulheres de camadas médias, sem filhos e que moram sozinhas em uma metrópole brasileira. São, portanto, três recortes de estudo nos quais as perguntas sobre como e de que modo as mulheres “sós” são percebidas ou representadas se entrelaçam.Várias das noções atribuídas às mulheres “sós” nos distintos contextos podem ser rastreadas no conjunto de ideias proclamadas pelo feminismo, esse corpo de ideias bastante revolucionárias que há mais de 200 anos intriga e interpela a humanidade. Educação, trabalho qualificado e remunerado ainda são considerados a via privilegiada pela qual as mulheres adquirem independência e conquistam maior autonomia em suas vidas, ampliando suas chances de realizar escolhas, de decidir por si mesmas e ter mais poder, inclusive o de romper com os estereótipos clássicos que marcam aquelas que não se casaram ou não tiveram filhos.


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ISBN: 978-85-473-2505-3


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 29/04/2019


Número de páginas: 266


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. ELIANE GONÇALVES.

O que é e como vive uma mulher “só”? O que os modos de vida disponíveis na atualidade, em particular nas grandes cidades, têm a nos dizer sobre a vida social e a cultura? Senhoritas do século XXI pretende dar a essas perguntas o lugar que elas merecem na literatura acadêmica. Nele, a autora concentra-se em três dimensões da produção discursiva sobre mulheres “sós”: textos das ciências sociais, da mídia e percepções de mulheres de camadas médias, sem filhos e que moram sozinhas em uma metrópole brasileira. São, portanto, três recortes de estudo nos quais as perguntas sobre como e de que modo as mulheres “sós” são percebidas ou representadas se entrelaçam.
Várias das noções atribuídas às mulheres “sós” nos distintos contextos podem ser rastreadas no conjunto de ideias proclamadas pelo feminismo, esse corpo de ideias bastante revolucionárias que há mais de 200 anos intriga e interpela a humanidade. Educação, trabalho qualificado e remunerado ainda são considerados a via privilegiada pela qual as mulheres adquirem independência e conquistam maior autonomia em suas vidas, ampliando suas chances de realizar escolhas, de decidir por si mesmas e ter mais poder, inclusive o de romper com os estereótipos clássicos que marcam aquelas que não se casaram ou não tiveram filhos.
Assim, a leitura deste livro fará com que nos perguntemos: com que carga simbólica chegamos ao século XXI para pensar as formas de vida disponíveis às mulheres? Continuamos no impasse entre carreira e casamento como duas opções em conflito insolúvel? Morar sozinha é uma nova forma de vida para quem? Como as mulheres lidam com, e reinventam, a solidão? Que significados novos podem ser vislumbrados em relação às formas de amar e viver a sexualidade?
Todas essas questões, e outras tantas mais, são cuidadosamente analisadas, oferecendo às leitoras e aos leitores um panorama suficientemente amplo para alimentar o debate em torno da articulação entre gênero, sexualidade e modos de vida na contemporaneidade.