A História em Disputa: Movimento Estudantil e a Transição Democrática Brasileira

Ref: 978-85-5507-865-1

Qual o papel do movimento estudantil (ME) nas lutas em prol das liberdades democráticas? E qual é a sua relevância na memória da resistência à ditadura militar? Em “A História em disputa: o Movimento Estudantil e a transição democrática brasileira”, Gislene Lacerda nos apresenta a atuação do ME no processo de transição brasileira, destacando suas diferentes tendências, o seu pioneirismo com a volta às ruas em 1977, a reconstrução da UNE em 1979 e as mobilizações realizadas com outros movimentos sociais durante o período. No entanto, o reconhecimento das suas lutas é, até hoje, ofuscado em prol de uma memória construída em torno da geração revolucionária dos “anos 1968”. Memória construída por esses agentes, construída pelo modelo de transição pactuada e referendada pelas políticas de memória do Estado.


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ISBN: 978-85-5507-865-1


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 30/04/2019


Número de páginas: 319


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Gislene Edwiges de Lacerda.

Qual o papel do movimento estudantil (ME) nas lutas em prol das liberdades democráticas? E qual é a sua relevância na memória da resistência à ditadura militar? Em “A História em disputa: o Movimento Estudantil e a transição democrática brasileira”, Gislene Lacerda nos apresenta a atuação do ME no processo de transição brasileira, destacando suas diferentes tendências, o seu pioneirismo com a volta às ruas em 1977, a reconstrução da UNE em 1979 e as mobilizações realizadas com outros movimentos sociais durante o período. No entanto, o reconhecimento das suas lutas é, até hoje, ofuscado em prol de uma memória construída em torno da geração revolucionária dos “anos 1968”. Memória construída por esses agentes, construída pelo modelo de transição pactuada e referendada pelas políticas de memória do Estado. Com uma extensa pesquisa e um fecundo conjunto de fontes orais, a historiadora nos apresenta que as narrativas estudantis da geração da transição demandam pelo seu reconhecimento no tempo presente apontando, dessa maneira, para um ofuscamento da importância política das movimentações realizadas por esses estudantes naquele contexto. O trabalho de Gislene dialoga e traz uma importante contribuição para a historiografia que vem se debruçando sobre os anos 1970/80, em particular aos estudos do ME, reposicionando a importância do movimento nas lutas pelo término da ditadura militar.