Guerra Fria e Propaganda: A U. S. Information Agency no Brasil, 1953-1964

Ref: 978-85-5507-542-1

Exibições artísticas e intelectuais; publicação de revistas e de material em jornais; produção de filmes e documentários; edição e tradução de livros; construção de centros com bibliotecas, salas de exibição de filmes e anfiteatros; organização de intercâmbio de jornalistas, intelectuais, lideranças estudantis; a “Voz da América” e a coleta de informações com pesquisas de opinião em todo o mundo. Com uma tentacular frente de atuação, a U.S. Information Agency, a agência de informação e propaganda do governo dos Estados Unidos, fez-se presente em países espalhados pelos cinco continentes, incluindo o Brasil. Fundada em 1953, no auge da Guerra Fria, a USIA era parte de uma sofisticada rede de propaganda e de guerra psicológica, elaborada pelos serviços de inteligência dos EUA, que se voltava para a compreensão e mobilização das opiniões públicas acerca de temas como desenvolvimento e democracia, segurança hemisférica, anticomunismo e o American Way como modelo a ser seguido pelos países “subdesenvolvidos” da América Latina e pelo nascente “terceiro mundo”.


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ISBN: 978-85-5507-542-1


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 21/05/2019


Número de páginas: 197


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Júlio Barnez Pignata Cattai.

Exibições artísticas e intelectuais; publicação de revistas e de material em jornais; produção de filmes e documentários; edição e tradução de livros; construção de centros com bibliotecas, salas de exibição de filmes e anfiteatros; organização de intercâmbio de jornalistas, intelectuais, lideranças estudantis; a “Voz da América” e a coleta de informações com pesquisas de opinião em todo o mundo. Com uma tentacular frente de atuação, a U.S. Information Agency, a agência de informação e propaganda do governo dos Estados Unidos, fez-se presente em países espalhados pelos cinco continentes, incluindo o Brasil. Fundada em 1953, no auge da Guerra Fria, a USIA era parte de uma sofisticada rede de propaganda e de guerra psicológica, elaborada pelos serviços de inteligência dos EUA, que se voltava para a compreensão e mobilização das opiniões públicas acerca de temas como desenvolvimento e democracia, segurança hemisférica, anticomunismo e o American Way como modelo a ser seguido pelos países “subdesenvolvidos” da América Latina e pelo nascente “terceiro mundo”.
Guerra Fria e Propaganda traz uma discussão original sobre a atuação da USIA junto à mídia impressa do Brasil em uma ampla gama de questões. Entre elas: a política atômica brasileira, a segurança hemisférica e a ajuda internacional; o "perigo vermelho" de McCarthy e o macarthismo como perigo; o julgamento dos "espiões atômicos", Julius e Ethel Rosenberg; Little Rock e a segregação racial nos Estados Unidos; Martin Luther King e a marcha pelos direitos civis; os festivais da juventude, a ópera itinerante Porgy and Bess, “Satchmo” e a explosão do jazz pelo mundo.
De escrita elegante e clara, Guerra Fria e propaganda é dedicado ao público acadêmico e àqueles interessados em compreender o processo de modernização da mídia impressa no Brasil e como se elaboram entendimentos e consensos sobre as artes e as liberdades; sobre democracia e realização humana e como se constroem ideias e alianças políticas transnacionais.