O Novo Jogo Eleitoral Brasileiro: PT e PSDB na Democracia de Público

Ref: 978-85-473-2984-6

A democracia de público brasileira emerge com a redemocratização. É possibilitada pela queda da censura e pelo livre desenvolvimento do marketing político. Em seus primórdios, causou surpresa o fato de que Fernando Collor, candidatando-se por um insignificante Partido da Reconstrução Nacional (PRN), conseguisse ser eleito apenas fazendo bom uso dos meios de comunicação. De 1994 até 2014, entretanto, Partido dos Trabalhadores e Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partidos de destaque na Nova República, adaptaram-se ao novo jogo – que tem a imagem pública como intermediária entre candidatos e eleitores – e foram importantes, junto aos seus personagens, para polarizar a disputa nacional, fazendo analistas da política considerarem as legendas como “de vocação presidencial”. Este livro se volta para o início das eras Lula e FHC argumentando que seus líderes atuaram continuamente como atalhos cognitivos para suas legendas e que o marketing, ao invés de igualar, colaborou para diferenciar candidaturas. A obra fala de importante capítulo da recente história política do Brasil e vai interessar a quem busca compreender mais acerca do novo jogo eleitoral e sobre a disputa que mobilizou o país por 20 anos.


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ISBN: 978-85-473-2984-6


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 18/06/2019


Número de páginas: 189


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Joyce Miranda Leão Martins.

A democracia de público brasileira emerge com a redemocratização. É possibilitada pela queda da censura e pelo livre desenvolvimento do marketing político. Em seus primórdios, causou surpresa o fato de que Fernando Collor, candidatando-se por um insignificante Partido da Reconstrução Nacional (PRN), conseguisse ser eleito apenas fazendo bom uso dos meios de comunicação. De 1994 até 2014, entretanto, Partido dos Trabalhadores e Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partidos de destaque na Nova República, adaptaram-se ao novo jogo – que tem a imagem pública como intermediária entre candidatos e eleitores – e foram importantes, junto aos seus personagens, para polarizar a disputa nacional, fazendo analistas da política considerarem as legendas como “de vocação presidencial”. Este livro se volta para o início das eras Lula e FHC argumentando que seus líderes atuaram continuamente como atalhos cognitivos para suas legendas e que o marketing, ao invés de igualar, colaborou para diferenciar candidaturas. A obra fala de importante capítulo da recente história política do Brasil e vai interessar a quem busca compreender mais acerca do novo jogo eleitoral e sobre a disputa que mobilizou o país por 20 anos.