O Verbo e o Verso: Uma Leitura de Tempo e Eternidade, de Murilo Mendes

Ref: 978-85-537-0071-4

A obra propõe um exercício de leitura de Tempo e eternidade, publicado por Murilo Mendes, em 1935, a partir das noções do sagrado que exsurgem nos poemas. Apoiado nas reflexões de Mircea Eliade sobre o mito e o sacro e conjugando-as com a fortuna crítica de José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz, dentre outros, quer-se ler a poética muriliana que coloca em jogo o modernismo e a tradição cristã. Um ano antes da publicação da obra, o poeta juizforano converte-se ao cristianismo. Em parceria com Jorge de Lima, elabora-se o projeto do referido livro sob a epígrafe “restauremos a Poesia em Cristo”, presente na publicação ao tempo de seu lançamento. Tempo e eternidade também representa, desse modo, esforços da intelectualidade católica brasileira no intuito de reconstruir o lugar da experiência com o divino em um contexto de industrialização e urbanização intensas no país. Todavia, como manifestação poética que é, a obra encerra em si questões que traduzem a condição do ser no mundo, e é justamente esse aspecto existencial que se quer investigar no presente trabalho. Assim, propõe-se a leitura do percurso da restauração da poesia no mundo moderno em três movimentos: do mundo caído, ao mundo em Cristo e, por fim, ao mundo vindouro.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 66,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-537-0071-4


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 10/07/2019


Número de páginas: 158


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Edson Munck Junior.

A obra propõe um exercício de leitura de Tempo e eternidade, publicado por Murilo Mendes, em 1935, a partir das noções do sagrado que exsurgem nos poemas. Apoiado nas reflexões de Mircea Eliade sobre o mito e o sacro e conjugando-as com a fortuna crítica de José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz, dentre outros, quer-se ler a poética muriliana que coloca em jogo o modernismo e a tradição cristã. Um ano antes da publicação da obra, o poeta juizforano converte-se ao cristianismo. Em parceria com Jorge de Lima, elabora-se o projeto do referido livro sob a epígrafe “restauremos a Poesia em Cristo”, presente na publicação ao tempo de seu lançamento. Tempo e eternidade também representa, desse modo, esforços da intelectualidade católica brasileira no intuito de reconstruir o lugar da experiência com o divino em um contexto de industrialização e urbanização intensas no país. Todavia, como manifestação poética que é, a obra encerra em si questões que traduzem a condição do ser no mundo, e é justamente esse aspecto existencial que se quer investigar no presente trabalho. Assim, propõe-se a leitura do percurso da restauração da poesia no mundo moderno em três movimentos: do mundo caído, ao mundo em Cristo e, por fim, ao mundo vindouro.