Remuneração de Professores da Educação Básica das Redes Estaduais de Ensino no Contexto do Fundeb e do PSPN: Volume 1

Ref: 978-85-473-2580-0

A história da luta pela valorização da escola pública no Brasil é pontuada por avanços e reveses, e cabe assinalar que após avanços importantes – como a aprovação do Fundeb, que, ainda que de forma tímida, mudou o compromisso da União com a educação básica, com a aprovação do PSPN, com a inclusão do CAQi no Plano Nacional de Educação (infelizmente sem sair do papel) – o Brasil vive um momento de retrocesso. A partir do golpe de 2016, consubstanciado essencialmente na EC nº 95/2016, que congela os gastos primários da União por 20 anos, com repercussões imediatas nas posturas de estados e municípios, há pouca probabilidade de se implementar o PNE e, particularmente, de garantir o cumprimento de sua Meta 17, que determina a equiparação salarial dos professores com a remuneração recebida por profissionais com o mesmo nível de formação. Hoje, essa equiparação não ocorre em nenhum estado brasileiro. Mudar esse cenário implica um conhecimento profundo da realidade e um compromisso com a luta coletiva, características que identificam os autores deste trabalho e, tenho certeza, você, leitor.


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ISBN: 978-85-473-2580-0


ISBN Digital: 978-85-473-2580-0


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 10/07/2019


Número de páginas: 279


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Marcos Edgar Bassi.

2. Rosana Maria Gemaque Rolim .

3. Maria Dilnéia Espíndola Fernandes.

A história da luta pela valorização da escola pública no Brasil é pontuada por avanços e reveses, e cabe assinalar que após avanços importantes – como a aprovação do Fundeb, que, ainda que de forma tímida, mudou o compromisso da União com a educação básica, com a aprovação do PSPN, com a inclusão do CAQi no Plano Nacional de Educação (infelizmente sem sair do papel) – o Brasil vive um momento de retrocesso.

A partir do golpe de 2016, consubstanciado essencialmente na EC nº 95/2016, que congela os gastos primários da União por 20 anos, com repercussões imediatas nas posturas de estados e municípios, há pouca probabilidade de se implementar o PNE e, particularmente, de garantir o cumprimento de sua Meta 17, que determina a equiparação salarial dos professores com a remuneração recebida por profissionais com o mesmo nível de formação. Hoje, essa equiparação não ocorre em nenhum estado brasileiro. Mudar esse cenário implica um conhecimento profundo da realidade e um compromisso com a luta coletiva, características que identificam os autores deste trabalho e, tenho certeza, você, leitor.