Nos eufemismos do racismo: novo século, antigos preconceitos

Ref: 978-85-473-3368-3

"Não sou racista, mas..." Quantas expressões como essa permanecem no senso comum da sociedade brasileira? Ritmada nos eufemismos de cada dia, criados para justificar a negação do outro por meio da cor da pele, somos bombardeados por novas ondas conservadoras discordantes do equilíbrio das oportunidades sociais e ações afirmativas. De matriz histórica, o racismo no país está enraizado tanto no espaço privado como no público. Os que acreditavam que o advento do século XXI remeteria a uma maior conscientização da questão racial, após os traumas do século anterior, foram surpreendidos com o aparecimento da internet e a conexão de centenas de milhares de usuários emitindo suas opiniões sobre os mais variados assuntos. A conclusão? O racismo sobrevive e se transforma.


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ISBN: 978-85-473-3368-3


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 14/08/2019


Número de páginas: 115


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Leonardo Dallacqua de Carvalho.

2. Letícia Fernanda da Silva Oliveira.

"Não sou racista, mas..." Quantas expressões como essa permanecem no senso comum da sociedade brasileira? Ritmada nos eufemismos de cada dia, criados para justificar a negação do outro por meio da cor da pele, somos bombardeados por novas ondas conservadoras discordantes do equilíbrio das oportunidades sociais e ações afirmativas. De matriz histórica, o racismo no país está enraizado tanto no espaço privado como no público. Os que acreditavam que o advento do século XXI remeteria a uma maior conscientização da questão racial, após os traumas do século anterior, foram surpreendidos com o aparecimento da internet e a conexão de centenas de milhares de usuários emitindo suas opiniões sobre os mais variados assuntos. A conclusão? O racismo sobrevive e se transforma.