Modernidade & Colonialidade: Uma Crítica ao Discurso Científico Hegemônico

Ref: 978-85-473-3408-6

O livro Modernidade & Colonialidade: uma crítica ao discurso científico hegemônico realiza uma crítica à centralidade que a razão científica ocupa no mundo contemporâneo em detrimento de outras formas de reflexão. A partir de um possível contradiscurso à Ciência Moderna, a pesquisa realça a variabilidade e a pluralidade como condições inerentes aos saberes. Logo, debater o protagonismo ocupado pela Ciência, muitas vezes tratada como o único meio eficaz de interpretação das realidades, fundamenta o interesse do estudo – baseado em análises antropológicas e sociológicas que não possuem a intenção de definir conceitos universais ou teorias gerais abrangentes. Ao questionar o projeto moderno e parte de suas convenções epistemológicas, o texto contrapõe-se às construções de pensamento que hierarquizam as racionalidades e conduzem o conhecimento acadêmico ao status de detentor das verdades. A obra também traz ponderações acerca da elevação de um paradigma científico hegemônico – vinculado majoritariamente ao Hemisfério Norte e ao Ocidente – que se sobressai enquanto sistema explicativo, subalternizando formas alternativas de cognição; evidenciando os processos de silenciamento de outras fontes de saber diante da Ciência Moderna, decorres de circunstâncias históricas, como o colonialismo e a colonialidade. Como um pressuposto fundamental, o texto reforça a necessidade de se incluir à compreensão da modernidade seu lado colonial, reafirmando a multiplicidade interpretativa e cognitiva das sociedades em contraponto aos discursos científicos universalizantes.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 57,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-3408-6


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 13/08/2019


Número de páginas: 231


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Marcelo Rodrigues Lemos.

O livro Modernidade & Colonialidade: uma crítica ao discurso científico hegemônico realiza uma crítica à centralidade que a razão científica ocupa no mundo contemporâneo em detrimento de outras formas de reflexão. A partir de um possível contradiscurso à Ciência Moderna, a pesquisa realça a variabilidade e a pluralidade como condições inerentes aos saberes. Logo, debater o protagonismo ocupado pela Ciência, muitas vezes tratada como o único meio eficaz de interpretação das realidades, fundamenta o interesse do estudo – baseado em análises antropológicas e sociológicas que não possuem a intenção de definir conceitos universais ou teorias gerais abrangentes. Ao questionar o projeto moderno e parte de suas convenções epistemológicas, o texto contrapõe-se às construções de pensamento que hierarquizam as racionalidades e conduzem o conhecimento acadêmico ao status de detentor das verdades. A obra também traz ponderações acerca da elevação de um paradigma científico hegemônico – vinculado majoritariamente ao Hemisfério Norte e ao Ocidente – que se sobressai enquanto sistema explicativo, subalternizando formas alternativas de cognição; evidenciando os processos de silenciamento de outras fontes de saber diante da Ciência Moderna, decorres de circunstâncias históricas, como o colonialismo e a colonialidade. Como um pressuposto fundamental, o texto reforça a necessidade de se incluir à compreensão da modernidade seu lado colonial, reafirmando a multiplicidade interpretativa e cognitiva das sociedades em contraponto aos discursos científicos universalizantes.