A Modernidade e suas Lutas Civilizatórias

Ref: 978-85-473-3198-6

A Modernidade e suas lutas civilizatórias é fruto de uma audaciosa empreitada para apreender possibilidades efetivas de práticas civilizatórias nas sociedades atuais. Antes de tudo, cabe esclarecer que este não é um livro que interpreta tais sociedades como resultado de um longo processo evolutivo de racionalização de suas instituições, de suas condutas individuais e de suas experiências práticas. Pelo contrário! O que temos aqui é uma crítica incisiva sobre as teorias sociais que colocam a racionalidade como elemento central da modernidade ao qual todos os outros são submissos. A autora é categórica em afirmar que não há, nessas teorias, uma concepção cientificamente válida de civilização. Por outro lado, veremos que sua crítica estende-se também à própria recusa pós-moderna das “pretensões universalistas da racionalidade”, a exemplo do relativismo, refém de paradoxos e conflitos em si mesmos irresolvíveis. Na articulação das hipóteses transitantes nesta jornada crítico-analítica, a autora arremata com o entendimento de que todas as práticas (não apenas as civilizatórias) são perpassadas e alicerçadas por relações de poder. O íngreme percurso argumentativo escolhido pela autora reúne uma miríade de importantes pensadores – de Weber, Adorno, Arendt, Freud, Elias, passando por Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, até Foucault e Latour –, que se voltaram para a análise do processo de formação da modernidade civilizacional.


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ISBN: 978-85-473-3198-6


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 09/08/2019


Número de páginas: 319


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Edilene Leal.

A Modernidade e suas lutas civilizatórias é fruto de uma audaciosa empreitada para apreender possibilidades efetivas de práticas civilizatórias nas sociedades atuais. Antes de tudo, cabe esclarecer que este não é um livro que interpreta tais sociedades como resultado de um longo processo evolutivo de racionalização de suas instituições, de suas condutas individuais e de suas experiências práticas. Pelo contrário! O que temos aqui é uma crítica incisiva sobre as teorias sociais que colocam a racionalidade como elemento central da modernidade ao qual todos os outros são submissos. A autora é categórica em afirmar que não há, nessas teorias, uma concepção cientificamente válida de civilização. Por outro lado, veremos que sua crítica estende-se também à própria recusa pós-moderna das “pretensões universalistas da racionalidade”, a exemplo do relativismo, refém de paradoxos e conflitos em si mesmos irresolvíveis. Na articulação das hipóteses transitantes nesta jornada crítico-analítica, a autora arremata com o entendimento de que todas as práticas (não apenas as civilizatórias) são perpassadas e alicerçadas por relações de poder. O íngreme percurso argumentativo escolhido pela autora reúne uma miríade de importantes pensadores – de Weber, Adorno, Arendt, Freud, Elias, passando por Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, até Foucault e Latour –, que se voltaram para a análise do processo de formação da modernidade civilizacional.