Autonomia Profissional do Assistente Social X Trabalho Assalariado

Ref: 978-85-5507-178-2

A autora buscou qualificar a temática da autonomia profissional, com a finalidade de instrumentalizar a categoria dos Assistentes Sociais, para a defesa desta prerrogativa, que é inerente à condição de profissão liberal. A autonomia técnica foi abordada, no âmbito da sociologia das profissões e juridicamente, bem como através da legislação específica e da concepção de autores do Serviço Social da vertente crítica. O reconhecimento do Assistente Social como trabalhador assalariado e as dimensões do seu trabalho como concreto e abstrato, assim como a renovação do Serviço Social no Brasil, foram tratados, delineando o processo de construção do Projeto Ético Político do Serviço Social Crítico. A investigação sobre a temática da autonomia técnica ocorreu através de um levantamento das demandas ao Setor de Orientação e Fiscalização da Seccional de Juiz Fora do Conselho Regional de Serviço Social/6ª Região – Seccional de Juiz de Fora, sendo ainda realizado um grupo focal, com a finalidade de perceber a concepção de autonomia profissional dos Assistentes Sociais, que trabalham na área da Assistência Social em Juiz de Fora. Por último foi realizada uma reflexão acerca das transformações no mundo do trabalho, do neoliberalismo e da mercantilização da política de educação, como fatores de precarização da formação e do exercício profissional, com fortes impactos na autonomia profissional do Assistente Social.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 52,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-5507-178-2


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 26/08/2019


Número de páginas: 221


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Nanci Lagioto Hespanhol Simões.

A autora buscou qualificar a temática da autonomia profissional, com a finalidade de instrumentalizar a categoria dos Assistentes Sociais, para a defesa desta prerrogativa, que é inerente à condição de profissão liberal. A autonomia técnica foi abordada, no âmbito da sociologia das profissões e juridicamente, bem como através da legislação específica e da concepção de autores do Serviço Social da vertente crítica. O reconhecimento do Assistente Social como trabalhador assalariado e as dimensões do seu trabalho como concreto e abstrato, assim como a renovação do Serviço Social no Brasil, foram tratados, delineando o processo de construção do Projeto Ético Político do Serviço Social Crítico. A investigação sobre a temática da autonomia técnica ocorreu através de um levantamento das demandas ao Setor de Orientação e Fiscalização da Seccional de Juiz Fora do Conselho Regional de Serviço Social/6ª Região – Seccional de Juiz de Fora, sendo ainda realizado um grupo focal, com a finalidade de perceber a concepção de autonomia profissional dos Assistentes Sociais, que trabalham na área da Assistência Social em Juiz de Fora. Por último foi realizada uma reflexão acerca das transformações no mundo do trabalho, do neoliberalismo e da mercantilização da política de educação, como fatores de precarização da formação e do exercício profissional, com fortes impactos na autonomia profissional do Assistente Social.