Processos de Significação no Ensino de Ciências: Contribuições da Perspectiva Histórico-Cultural

Ref: 978-85-473-2719-4

Entre a palavra da ciência e a palavra de senso comum há diferenças, mas qual a função de cada uma, e como a escola medeia a relação entre o mundo da vida e o mundo da ciência? Como as crianças elaboram e constroem suas significações no espaço escolar e no mundo?O objetivo deste livro é investigar e compreender os processos de significação nas relações de ensino e aprendizagem de ciências, considerando as seguintes categorias: a significação de si; a elaboração conceitual dos termos científico-escolares; os estudos dos processos de significação; e os usos/apropriação da linguagem com um grupo de alunos de uma escola pública. A análise dos dados foi feita com base na análise microgenética e à luz das contribuições da perspectiva histórico-cultural.Assim, discute-se o fato de que os saberes escolares são sistematizados “pelo professor” e apropriados “pelos alunos” num processo dialético e muito peculiar de mediação pedagógica. Essa mediação ocorre por meio de signos, instrumentos externos (recursos didáticos) e, principalmente, pela orientação/convivência/significação do outro.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 55,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-2719-4


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 19/08/2019


Número de páginas: 147


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Joana de Jesus de Andrade.

2. Luciana Prado Dumont.

Entre a palavra da ciência e a palavra de senso comum há diferenças, mas qual a função de cada uma, e como a escola medeia a relação entre o mundo da vida e o mundo da ciência? Como as crianças elaboram e constroem suas significações no espaço escolar e no mundo?
O objetivo deste livro é investigar e compreender os processos de significação nas relações de ensino e aprendizagem de ciências, considerando as seguintes categorias: a significação de si; a elaboração conceitual dos termos científico-escolares; os estudos dos processos de significação; e os usos/apropriação da linguagem com um grupo de alunos de uma escola pública. A análise dos dados foi feita com base na análise microgenética e à luz das contribuições da perspectiva histórico-cultural.
Assim, discute-se o fato de que os saberes escolares são sistematizados “pelo professor” e apropriados “pelos alunos” num processo dialético e muito peculiar de mediação pedagógica. Essa mediação ocorre por meio de signos, instrumentos externos (recursos didáticos) e, principalmente, pela orientação/convivência/significação do outro.