Cordão Sanitário da Pobreza

Ref: 978-85-473-1723-2

Cordão sanitário da pobreza é uma obra relevante que pretende ir além dos muros da academia, pois o tema interessa a todos que anseiam pela construção de um país plural, democrático, que atenda às necessidades básicas do seu povo. Abordar o assunto na sua extrema complexidade exige uma visão interdisciplinar e essa tarefa é amplamente realizada pelos autores que não “oferecem” respostas prontas, definitivas, aos problemas que colocam. Ao contrário, na busca de soluções, instigam a curiosidade e a criatividade dos leitores; em especial, dos responsáveis pela encenação - a pública e privada - dos responsáveis pelas mídias, dos intelectuais das mais diferentes áreas, de pais e professores. A indignação observada em vários trechos do livro nos tira do conforto e nos coloca a pergunta: o que podemos fazer para mudar essa realidade que se apresenta tão cruel para camadas significativas da população? Que possibilidades são apresentadas? Que ser humano está diante de nós? Qual a nossa parte ativa no processo de emancipação dessas multidões? São eles totalmente dependentes ou podem encontrar soluções para se libertarem das condições que lhes são impostas?


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ISBN: 978-85-473-1723-2


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 17/09/2019


Número de páginas: 257


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Dângela Nunes Abiorana.

2. Marcio José Silva.

Cordão sanitário da pobreza é uma obra relevante que pretende ir além dos muros da academia, pois o tema interessa a todos que anseiam pela construção de um país plural, democrático, que atenda às necessidades básicas do seu povo. Abordar o assunto na sua extrema complexidade exige uma visão interdisciplinar e essa tarefa é amplamente realizada pelos autores que não “oferecem” respostas prontas, definitivas, aos problemas que colocam. Ao contrário, na busca de soluções, instigam a curiosidade e a criatividade dos leitores; em especial, dos responsáveis pela encenação - a pública e privada - dos responsáveis pelas mídias, dos intelectuais das mais diferentes áreas, de pais e professores. A indignação observada em vários trechos do livro nos tira do conforto e nos coloca a pergunta: o que podemos fazer para mudar essa realidade que se apresenta tão cruel para camadas significativas da população? Que possibilidades são apresentadas? Que ser humano está diante de nós? Qual a nossa parte ativa no processo de emancipação dessas multidões? São eles totalmente dependentes ou podem encontrar soluções para se libertarem das condições que lhes são impostas?