Governança Corporativa em Cooperativas de Crédito Brasileiras

Ref: 978-85-473-3303-4

O livro Governança corporativa em cooperativas de crédito brasileiras, objeto de intensa pesquisa, lança um olhar crítico sobre o processo de tomada de decisões nas cooperativas de crédito, particularmente na gestão por delegação. Utilizando-se como instrumento de pesquisa a realização de entrevista com cooperados, esta obra visa a entender quais conflitos apontados na literatura estão presentes nas cooperativas creditícias. Assim, como os demais tipos cooperativistas, as cooperativas de crédito apresentam-se como alternativa na construção da cidadania, no processo de intermediação financeira, e insere os marginalizados na economia enquanto sujeitos capazes de fazer valer sua capacidade empreendedora e de obtenção de crédito. As cooperativas são organizações complexas com propriedade difusa, dificultando a participação direta de todos no processo de gestão e de tomada de decisão. Nesse contexto, em virtude da assimetria de informações, dificuldade de monitoramento das ações dos gestores e divergência de interesses entre o agente e o principal, ocorre o processo de delegação de competência, via escolha de delegados, permitindo que terceiros exerçam em seu nome o controle formal da instituição.


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ISBN: 978-85-473-3303-4


ISBN Digital: 978-85-473-3303-4


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 25/09/2019


Número de páginas: 147


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Edgard Gonçalves da Costa.

O livro Governança corporativa em cooperativas de crédito brasileiras, objeto de intensa pesquisa, lança um olhar crítico sobre o processo de tomada de decisões nas cooperativas de crédito, particularmente na gestão por delegação. Utilizando-se como instrumento de pesquisa a realização de entrevista com cooperados, esta obra visa a entender quais conflitos apontados na literatura estão presentes nas cooperativas creditícias. Assim, como os demais tipos cooperativistas, as cooperativas de crédito apresentam-se como alternativa na construção da cidadania, no processo de intermediação financeira, e insere os marginalizados na economia enquanto sujeitos capazes de fazer valer sua capacidade empreendedora e de obtenção de crédito. As cooperativas são organizações complexas com propriedade difusa, dificultando a participação direta de todos no processo de gestão e de tomada de decisão. Nesse contexto, em virtude da assimetria de informações, dificuldade de monitoramento das ações dos gestores e divergência de interesses entre o agente e o principal, ocorre o processo de delegação de competência, via escolha de delegados, permitindo que terceiros exerçam em seu nome o controle formal da instituição.