Valorização da Cosmovisão Africana na Escola

Ref: 978-85-473-3783-4

Sou Dadá, a menina que nasceu com os cabelos encaracolados. Valorizo profundamente a tradição de meus ancestrais africanos, em especial a contação de histórias. E por falar em contar histórias, a presente obra é uma coleção de aventuras vividas por mim e por diversos personagens. Elas têm o objetivo de revelar o que fizemos para levar o tema Cosmovisão Africana para o currículo da escola, transformando as práticas pedagógicas e, finalmente, contribuindo para a descolonização dos processos de ensino e de aprendizagem. Motivada pela implementação da Lei nº 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade do ensino da História e da Cultura afro-brasileira e africana na educação básica, tratei de coordenar um curso de extensão para professores de uma escola do ensino fundamental, intitulado “Cosmovisão africana se aprende na escola”. O resultado é esta coleção de narrativas que, juntas, se traduzem em lições de didática para o trato das questões etnicorraciais no Brasil.


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ISBN: 978-85-473-3783-4


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 11/11/2019


Número de páginas: 283


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Rebeca de Alcantara.

2. Silva Meijer.

Sou Dadá, a menina que nasceu com os cabelos encaracolados. Valorizo profundamente a tradição de meus ancestrais africanos, em especial a contação de histórias. E por falar em contar histórias, a presente obra é uma coleção de aventuras vividas por mim e por diversos personagens. Elas têm o objetivo de revelar o que fizemos para levar o tema Cosmovisão Africana para o currículo da escola, transformando as práticas pedagógicas e, finalmente, contribuindo para a descolonização dos processos de ensino e de aprendizagem. Motivada pela implementação da Lei nº 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade do ensino da História e da Cultura afro-brasileira e africana na educação básica, tratei de coordenar um curso de extensão para professores de uma escola do ensino fundamental, intitulado “Cosmovisão africana se aprende na escola”. O resultado é esta coleção de narrativas que, juntas, se traduzem em lições de didática para o trato das questões etnicorraciais no Brasil.