Mãos que Trazem à Luz : Memórias das Parteiras de Oeiras - PI

Ref: 978-85-473-3863-3

Mãos que Trazem à Luz: memórias das parteiras de Oeiras-PI apresenta um novo olhar sobre o histórico das parteiras tradicionais no mundo, evidenciando o seu papel na medicina obstétrica nos séculos XIV e XVII. Tal conhecimento milenar é transmitido oralmente entre mulheres. Mulheres que salvaram vidas de parturientes e bebês, antes de o parto se tornar um problema de saúde pública e de o conhecimento da mulher sobre seu corpo ser silenciado durante um dos momentos mais importantes de sua vida. Essa realidade é apresentada por meio das histórias das aparadeiras da primeira capital do Piauí, Oeiras, mediante uma escrita que envolve sentimentos, cultura e gênero. Sua leitura é imprescindível para toda sociedade, pois o nascimento é o princípio da história de um povo. Dar voz às parteiras tradicionais – mulheres movidas pelo cuidar e que fazem do sertão uma acolhida de amor – é resgatar nossas primeiras memórias.


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ISBN: 978-85-473-3863-3


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 28/11/2019


Número de páginas: 117


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Sandy Swamy Silva do Nascimento.

2. Lana Krisna de Carvalho Morais.

Mãos que Trazem à Luz: memórias das parteiras de Oeiras-PI apresenta um novo olhar sobre o histórico das parteiras tradicionais no mundo, evidenciando o seu papel na medicina obstétrica nos séculos XIV e XVII. Tal conhecimento milenar é transmitido oralmente entre mulheres. Mulheres que salvaram vidas de parturientes e bebês, antes de o parto se tornar um problema de saúde pública e de o conhecimento da mulher sobre seu corpo ser silenciado durante um dos momentos mais importantes de sua vida. Essa realidade é apresentada por meio das histórias das aparadeiras da primeira capital do Piauí, Oeiras, mediante uma escrita que envolve sentimentos, cultura e gênero. Sua leitura é imprescindível para toda sociedade, pois o nascimento é o princípio da história de um povo. Dar voz às parteiras tradicionais – mulheres movidas pelo cuidar e que fazem do sertão uma acolhida de amor – é resgatar nossas primeiras memórias.