A Apropriação dos Conceitos de Martírio e Jihad pelo Hezbollah e a Questão da Violência como Resistência

Ref: 978-85-473-4009-4

A apropriação dos conceitos de martírio e jihad pelo Hezbollah e a questão da violência como resistência lança um novo olhar sobre as relações entre religião e política, tendo como foco as interações estabelecidas entre uma corrente específica do Islã xiita, os duodécimos, e as ações políticas inseridas na retórica da resistência desenvolvidas pelo Hezbollah, que afirma seguir tal corrente islâmica e é conhecido como um partido político libanês – e também pela violência de seu braço armado. A obra propõe-se a investigar o vínculo entre a interpretação de aspectos fundantes da doutrina xiita, tais como o martírio (principalmente a Narrativa de Karbala) e o jihad, e a atuação do Hezbollah no território libanês, desde sua fundação até o ano de 2009, quando o partido participou do diálogo governamental que visava à estabilização da crise política iniciada em 2005, aceitou participar do gabinete ministerial e publicou um novo manifesto.A obra é interessante ao leitor que quer compreender o complexo mosaico político-religioso do Oriente Médio e seus desdobramentos, de modo interdisciplinar.


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ISBN: 978-85-473-4009-4


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 11/12/2019


Número de páginas: 213


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Flávia Abud Luz.

A apropriação dos conceitos de martírio e jihad pelo Hezbollah e a questão da violência como resistência lança um novo olhar sobre as relações entre religião e política, tendo como foco as interações estabelecidas entre uma corrente específica do Islã xiita, os duodécimos, e as ações políticas inseridas na retórica da resistência desenvolvidas pelo Hezbollah, que afirma seguir tal corrente islâmica e é conhecido como um partido político libanês – e também pela violência de seu braço armado. A obra propõe-se a investigar o vínculo entre a interpretação de aspectos fundantes da doutrina xiita, tais como o martírio (principalmente a Narrativa de Karbala) e o jihad, e a atuação do Hezbollah no território libanês, desde sua fundação até o ano de 2009, quando o partido participou do diálogo governamental que visava à estabilização da crise política iniciada em 2005, aceitou participar do gabinete ministerial e publicou um novo manifesto.
A obra é interessante ao leitor que quer compreender o complexo mosaico político-religioso do Oriente Médio e seus desdobramentos, de modo interdisciplinar.