Histórias no Singular: Textos, Práticas & Sujeitos

Ref: 978-85-473-2900-6

Histórias no Singular: textos, práticas & sujeitos, livro organizado por Giselle Martins Venancio, Nayara Galeno do Vale e André Furtado, reúne uma plêiade de jovens pesquisadores brasileiros instigados em desvelar e compreender as ações e trajetórias de diferentes sujeitos sociais. Personagens de histórias em quadrinhos, historiadores, folcloristas, educadoras, escritores, entre outros são aqui abordados, promovendo uma enriquecedora discussão acerca do papel do indivíduo e de seu contexto social. Desde a Grécia clássica que os historiadores costuravam suas narrativas por intermédio de discursos (logoi) e ações de diversos personagens. Em Hecateu de Mileto, Heródoto e Tucídides, historiadores do VI e V séculos a.C., são exploradas as atuações de generais, guerreiros, sacerdotes, tiranos e reis.


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ISBN: 978-85-473-2900-6


ISBN Digital: 978-85-473-4136-7


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 13/12/2019


Número de páginas: 257


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Giselle Martins Venancio.

2. Nayara Galeno do Vale.

3. André Furtado .

Histórias no Singular: textos, práticas & sujeitos, livro organizado por Giselle Martins Venancio, Nayara Galeno do Vale e André Furtado, reúne uma plêiade de jovens pesquisadores brasileiros instigados em desvelar e compreender as ações e trajetórias de diferentes sujeitos sociais. Personagens de histórias em quadrinhos, historiadores, folcloristas, educadoras, escritores, entre outros são aqui abordados, promovendo uma enriquecedora discussão acerca do papel do indivíduo e de seu contexto social. Desde a Grécia clássica que os historiadores costuravam suas narrativas por intermédio de discursos (logoi) e ações de diversos personagens. Em Hecateu de Mileto, Heródoto e Tucídides, historiadores do VI e V séculos a.C., são exploradas as atuações de generais, guerreiros, sacerdotes, tiranos e reis. No horizonte desses precursores historiadores a polis consistia em um conjunto populacional bastante complexo e diversificado, e as oposições entre cidadão X estrangeiro e de grego X bárbaro possibilitaram à narrativa historiográfica grega abordar as especificidades culturais no Mediterrâneo Antigo. Péricles e seu círculo de philoi (amigos), incluindo aí sábios, escultores e Aspásia, sua mulher, foram personagens de uma Atenas do V século a.C. e suas trajetórias marcaram um dos maiores legados da cultura grega para a humanidade: a democracia. E quando saltamos para a historiografia do século XX não podemos deixar de pensar nas reflexões de Lucien Febvre sobre a noção de meio social, aprofundada por Michel de Certeau, que apontou que as orientações teórico-metodológicas de certo tópos (universidade ou laboratório) definem, entre outros aspectos, a escrita historiográfica. Ao ler os capítulos que compõem este livro, o leitor logo perceberá que os trabalhos partiram de uma questão: “o que singulariza uma trajetória?”. E responderam de maneira sagaz a essa pergunta mostrando que mulheres e homens em diferentes épocas e culturas, mergulhados em seus “plasmas” culturais, agiram e reagiram de maneira singular e específica. O livro, fruto de um trabalho coletivo que reúne pesquisadores ligados ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, tem como preocupação estudar as experiências e trajetórias de indivíduos e apontar suas contribuições e singularidades permitindo um profícuo debate entre os historiadores. A obra convida seus leitores(as) ao contato com pesquisas originais mostrando, portanto, a pujança e a criatividade dos historiadores brasileiros do século XXI.