As Crianças Marginalizadas: A Delinquência Infantil na Cidade de São Paulo (1888 – 1927)

Ref: 978-85-473-3431-4

A questão do abandono, da marginalidade e delinquência infantil, um tema social cadente na sociedade brasileira na atualidade, estava presente nas ruas, praças e nos logradouros do centro urbano da capital paulista entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX devido, principalmente, à primeira onda imigratória, de 1870. Este livro traz um grande apanhado documental e historiográfico que demonstra as causas e consequências sociais do crescimento urbano desordenado em São Paulo, que ocasionou a desestrutura das famílias pobres e o aumento dos níveis de abandono de crianças, que tinham nas ruas da cidade seu local de sobrevivência, enveredando-se ao mundo da criminalidade e da delinquência. Em contrapartida, a sociedade da Belle Époque paulistana, impregnada de preconceitos sociais e raciais herdados de séculos de escravatura, tinha a compreensão de que esses menores delinquentes tinham que ser encerrados em reformatórios para serem convertidos em trabalhadores e cidadãos de bem.


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ISBN: 978-85-473-3431-4


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 14/01/2020


Número de páginas: 221


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Robson Roberto da Silva.

A questão do abandono, da marginalidade e delinquência infantil, um tema social cadente na sociedade brasileira na atualidade, estava presente nas ruas, praças e nos logradouros do centro urbano da capital paulista entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX devido, principalmente, à primeira onda imigratória, de 1870. Este livro traz um grande apanhado documental e historiográfico que demonstra as causas e consequências sociais do crescimento urbano desordenado em São Paulo, que ocasionou a desestrutura das famílias pobres e o aumento dos níveis de abandono de crianças, que tinham nas ruas da cidade seu local de sobrevivência, enveredando-se ao mundo da criminalidade e da delinquência. Em contrapartida, a sociedade da Belle Époque paulistana, impregnada de preconceitos sociais e raciais herdados de séculos de escravatura, tinha a compreensão de que esses menores delinquentes tinham que ser encerrados em reformatórios para serem convertidos em trabalhadores e cidadãos de bem.