Invisíveis da Prova Brasil

Ref: 978-85-473-4117-6

O livro Invisíveis da Prova Brasil discute quem são os estudantes invisibilizados na avaliação em larga escala que compõe o Índice Nacional de Desempenho da Educação Básica (IDEB) no Brasil. Busca contribuir com os gestores educacionais na tomada de decisão e de proposição de políticas para a educação básica, a partir da compreensão de normativas que excluem estudantes do 9º ano do ensino fundamental da participação na avaliação em larga escala. É sentir-se afetado pelo ser humano que está incluído na escola para todos, mas não pode indicar a qualidade da educação que recebe; que está incluído na avaliação em larga escala, mas não pode ter seu resultado considerado na média da escola; que está incluído na comunidade escolar, mas não pode expressar suas reais condições socioeconômicas. Essa prática de enxergar o outro deveria ser a prioridade da educação contemporânea que perpassa o desenvolvimento humano desde a individualidade até o coletivo de nossa sociedade.


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ISBN: 978-85-473-4117-6


ISBN Digital: 978-85-473-4118-3


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 28/01/2020


Número de páginas: 191


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Cristiane Backes Welter.

O livro Invisíveis da Prova Brasil discute quem são os estudantes invisibilizados na avaliação em larga escala que compõe o Índice Nacional de Desempenho da Educação Básica (IDEB) no Brasil. Busca contribuir com os gestores educacionais na tomada de decisão e de proposição de políticas para a educação básica, a partir da compreensão de normativas que excluem estudantes do 9º ano do ensino fundamental da participação na avaliação em larga escala. É sentir-se afetado pelo ser humano que está incluído na escola para todos, mas não pode indicar a qualidade da educação que recebe; que está incluído na avaliação em larga escala, mas não pode ter seu resultado considerado na média da escola; que está incluído na comunidade escolar, mas não pode expressar suas reais condições socioeconômicas. Essa prática de enxergar o outro deveria ser a prioridade da educação contemporânea que perpassa o desenvolvimento humano desde a individualidade até o coletivo de nossa sociedade.