Rualização e Informalidade: Frutos do Capitalismo

Ref: 978-85-473-3895-4

O livro Rualização e informalidade: frutos do capitalismo debate sobre um fenômeno social em crescimento na sociedade capitalista atual, a população em situação de rua, e sobre o trabalho informal, sua principal estratégia de sobrevivência, que lhe rende o suficiente somente para a reprodução da própria miséria. A discussão sobre o modo de produção capitalista é imprescindível para a compreensão das determinações do processo de rualização e do trabalho informal, funcionais e necessários ao capital, frutos do capitalismo, que possui seu pilar fundamental na exploração da força de trabalho, e para que alcance o seu objetivo de acumulação de riquezas, provoca também acumulação de miséria, isso faz parte da lei geral de acumulação capitalista.


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ISBN: 978-85-473-3895-4


ISBN Digital: 978-85-473-3896-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 30/01/2020


Número de páginas: 175


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Verônica Martins Tiengo.

O livro Rualização e informalidade: frutos do capitalismo debate sobre um fenômeno social em crescimento na sociedade capitalista atual, a população em situação de rua, e sobre o trabalho informal, sua principal estratégia de sobrevivência, que lhe rende o suficiente somente para a reprodução da própria miséria. A discussão sobre o modo de produção capitalista é imprescindível para a compreensão das determinações do processo de rualização e do trabalho informal, funcionais e necessários ao capital, frutos do capitalismo, que possui seu pilar fundamental na exploração da força de trabalho, e para que alcance o seu objetivo de acumulação de riquezas, provoca também acumulação de miséria, isso faz parte da lei geral de acumulação capitalista. A superpopulação relativa é componente dessa lei, um grupo de pessoas que se encontra parcial ou inteiramente desocupado, do qual a população em situação de rua faz parte, em cada uma de suas formas. Quem é a população em situação de rua? Por que existe um grupo crescente de pessoas que usa as ruas como local de moradia e trabalho? Por que é formada em sua maioria por homens? Por que, mesmo que a maioria tenha no trabalho informal a principal fonte de renda, permanece em situação de rua? Qual a importância do trabalho informal em suas vidas? Mendicância, mangueio e pedido são formas de trabalho? Essas e outras questões são discutidas nesta obra.