Cooperativismo e Recriação Camponesa no Capitalismo

Ref: 978-85-473-4412-2

O objetivo do livro Cooperativismo e Recriação Camponesa no Capitalismo é discutir as contribuições e os limites do cooperativismo para o processo de recriação do campesinato inserido no modo capitalista de produção. Com uma pesquisa de campo detalhada e ampla, o autor inova ao visitar dezenas de unidades camponesas vinculadas às cooperativas e apresentar as características da cooperação a partir das experiências dos camponeses, sem perder o parâmetro da totalidade.


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ISBN: 978-85-473-4412-2


ISBN Digital: 978-85-473-4413-9


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 07/02/2020


Número de páginas: 271


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Fábio Luiz Zeneratti.

O objetivo do livro Cooperativismo e Recriação Camponesa no Capitalismo é discutir as contribuições e os limites do cooperativismo para o processo de recriação do campesinato inserido no modo capitalista de produção. Com uma pesquisa de campo detalhada e ampla, o autor inova ao visitar dezenas de unidades camponesas vinculadas às cooperativas e apresentar as características da cooperação a partir das experiências dos camponeses, sem perder o parâmetro da totalidade. O autor atualiza e diferencia as terminologias relacionadas ao cooperativismo e demonstra que os modelos de cooperativismo – empresarialista e camponês – são distintos na perspectiva da organização e do conteúdo político-ideológico, contudo ambos apresentam potenciais contribuições para a recriação camponesa no capitalismo, resguardadas as contradições inerentes a esses processos. Para os camponeses assentados, a cooperativa camponesa é compreendida como um trunfo na luta contra o modo capitalista de produção, sendo um instrumento econômico e político que possibilita acessar mercados alternativos, como os institucionais, escapando dos circuitos monopolistas do mercado capitalista. As cooperativas empresarialistas, por sua vez, têm como prerrogativa a inserção dos camponeses no mercado capitalista via produção de commodities e inserção em um setor da economia dominado pelos grandes grupos privados. Nesse caso, a cooperativa comparece como uma estratégia para reter parte da renda camponesa da terra que seria drenada pelo capital. Em ambos os casos, as cooperativas proporcionam retenção da renda da terra, que, em última instância, é convertida em benefício à família camponesa. O autor também identifica que esses modelos cooperativos, no que pese sua distinção, permitem florescer o modo de vida camponês, representado por um conjunto de valores que o definem, como as relações de confiança, a autonomia, os vínculos familiares e a relação com a terra, entendida como meio de vida. Este livro, por sua leitura dinâmica e clara e seu conteúdo marcante, é um convite, um desafio ao estudo, e por isso destina-se a todos que têm como experiência de vida, ou de pesquisa, o campesinato e o cooperativismo.