Educação do Campo: Diálogos Interculturais

Ref: 978-85-473-3242-6

O livro Educação do Campo: diálogos interculturais é fruto de dinâmico e desafiador processo de cooperação interinstitucional, cujo objetivo é fortalecer práticas de diálogo com os professores compreendidos, a partir de Antonio Gramsci, como “intelectuais orgânicos revolucionários da cultura”.


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ISBN: 978-85-473-3242-6


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 23/02/2020


Número de páginas: 363


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Carlos Rodrigues Brandão.

2. Gerda Margit Schütz-Foerste .

3. .

O livro Educação do Campo: diálogos interculturais é fruto de dinâmico e desafiador processo de cooperação interinstitucional, cujo objetivo é fortalecer práticas de diálogo com os professores compreendidos, a partir de Antonio Gramsci, como “intelectuais orgânicos revolucionários da cultura”. Em processo de formação continuada ou em serviço, dialogam com as necessidades e desafios concretos dos contextos sociais e culturais campesinos, sobretudo dos Povos e Comunidades Tradicionais. Foi produzido e construído com pesquisas realizadas pelo Grupo de Pesquisa (CNPq) “Culturas, Parcerias e Educação do Campo” do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo, nas quais se problematizam processos educativos “a várias mãos”, no sentido proposto por Carlos Rodrigues Brandão. Os capítulos aqui publicados remetem o leitor a diálogos com produções acadêmicas de estudiosos em diferentes universidades e setores da educação básica, com uma diversidade de temas que convergem para a Educação do Campo como prática de interculturalidade, conforme discussões de Raúl Fornet-Betancourt. Portanto, são produtos de trabalho investigativo, fertilizados pelo engajamento em lutas coletivas, que vão para além do meio acadêmico propriamente dito. O rigor teórico-metodológico inerente ao processo de produção de conhecimento concretiza a indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão. Assim a questão central, que emerge desse tipo de trabalho, está diretamente relacionada à relevância de abertura, ainda que tardia, da universidade pública ao trabalho em colaboração com os profissionais do ensino que se dedicam a processos investigativos no atendimento às necessidades e desafios históricos de Educação do Campo de contextos, como, entre outros: comunidades indígenas, comunidades quilombolas, comunidades pomeranas, acampamentos e/ou assentamentos de reforma agrária.