Trabalho e Identidades às Avessas: Os Desafios do Serviço Social em uma Mineradora na Amazônia Paraense

Ref: 978-85-473-3210-5

Nesse contexto as mudanças estruturais na divisão do trabalho repercutem sobre o Serviço Social, modificando o lugar e o significado social da profissão nas empresas, arraigadas por contradições que contribuem para a criação de identidades profissionais às avessas, visto que contrariam os valores e princípios críticos do projeto ético-político (PEP), de cunho progressista, consolidado na década de 90.


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ISBN: 978-85-473-3210-5


ISBN Digital: 978-85-473-3210-5


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 17/03/2020


Número de páginas: 211


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Keline Borges Soares.

Trabalho e Identidades às Avessas: os desafios do Serviço Social em uma mineradora na Amazônia paraense discute as representações e identidades profissionais das assistentes sociais que atuam em uma empresa de mineração, que exerce forte influência na região amazônica e no estado do Pará, à qual dou o nome fictício de Mineradora S.A.


A análise tem como categorias centrais o trabalho, na perspectiva de Marx, e as ideologias, na concepção de Gramsci, sob o contexto da crise de reestruturação produtiva capitalista e das técnicas toyotistas de gestão e organização do trabalho, marcadas por um forte conteúdo ideológico e pelo aprofundamento dos mecanismos de alienação e transformação da subjetividade dos trabalhadores.


Nesse contexto as mudanças estruturais na divisão do trabalho repercutem sobre o Serviço Social, modificando o lugar e o significado social da profissão nas empresas, arraigadas por contradições que contribuem para a criação de identidades profissionais às avessas, visto que contrariam os valores e princípios críticos do projeto ético-político (PEP), de cunho progressista, consolidado na década de 90.Considerando as expressões da “questão social” na região amazônica, que se acirram no contexto de avanço da barbárie e do conservadorismo de extrema direita no Brasil, refletir e propor novas mediações para a construção de representações e identidades profissionais autodeterminadas são tarefas inadiáveis e imprescindíveis para o enfrentamento dos desafios e das condições adversas que se impõem à prática cotidiana e à efetivação do PEP do Serviço Social, não apenas no campo de atuação pesquisado, já que as contradições analisadas nesta obra possuem determinações materiais e históricas, inerentes ao modo de produção capitalista. Nos termos de Gramsci, o primeiro passo dessa jornada é um “conhece-te a ti mesmo”, que não é tarefa simples mas é necessária para que reconheçamos nosso lugar e lutemos pela posição que ocupamos no emaranhado das relações sociais de trabalho, desenvolvendo estratégias coletivas de resistência, comprometidas com o direcionamento estratégico da profissão e contra os ataques aos direitos da classe trabalhadora, da qual os(as) assistentes sociais são parte integrante.