A Sociologia e a Vida Pública Brasileira

Ref: 978-85-473-3004-0

A Sociologia e a vida pública brasileira é uma coletânea de pesquisas vinculadas ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFGD, reformuladas e adaptadas ao formato de livro. Acreditamos que o leitor encontrará instigantes reflexões e provocações sobre os variados espaços da vida pública no Brasil.


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ISBN: 978-85-473-3004-0


ISBN Digital: 978-65-86034-98-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 17/05/2020


Número de páginas: 221


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Davide Giacobbo Scavo .

A Sociologia e a vida pública brasileira é uma coletânea de pesquisas vinculadas ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFGD, reformuladas e adaptadas ao formato de livro. Acreditamos que o leitor encontrará instigantes reflexões e provocações sobre os variados espaços da vida pública no Brasil. Os autores dos capítulos aqui reunidos nos oferecem seus olhares críticos sobre: as recentes tensões acerca do que tem sido chamado de “ideologia de gênero”, entendida, aqui, como uma resposta política às reivindicações por igualdade de gênero e pelos direitos da população LGBT; o crescente avanço dos discursos e práticas religiosas no espaço escolar e suas relações com a política; o ativismo político do Ministério Público pós-Constituição de 1988, quando seus poderes e garantias foram ampliados, possibilitando que atuasse para outras dimensões além do mundo jurídico; as contradições entre o que preconiza a legislação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil e o que de fato se verifica no cotidiano das unidades de atendimento; o fenômeno social do linchamento, buscando entender as tantas facetas das dinâmicas da violência, da justiça popular e da punição; a luta das mulheres pela permanência nos assentamentos provenientes da desapropriação, na busca de um reconhecimento formal como trabalhadoras rurais; a invisibilidade da “feminização do envelhecimento", pois, apesar de as mulheres serem mais longevas que os homens, sendo a maioria nesse segmento, há uma carência de políticas públicas focalizadas; os “rolezinhos” nos shoppings centers, entendido como um ato de rebeldia contra a segregação social das grandes cidades brasileiras; o ativismo político das ONGs no Brasil durante o período da ditadura militar (1964-1985), focando no papel político de Anistia Internacional no país.